segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Já chegou...

a minha prendinha do sorteio de Natal da Árvore de Natal da Blogosfera! O meu muito obrigada à Mêxouz e a organização deste grande evento!

 
Aproveito para desejar a todos os meus amigos, seguidores e visitantes um excelente 2013!

sábado, 29 de dezembro de 2012

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Coisas que me irritam...


No meu dia a dia lido muito com o público e uma das minhas funções é conduzir as pessoas até à informação de que precisam. Ás vezes é fácil. Outras nem por isso. Sobretudo quando as pessoas julgam que não precisam da nossa ajuda e se recusam a ouvir e seguir as informações prestadas…

O problema surge quando afinal e apesar da sua esperteza não chegaram a bom porto. Olham e falam para nós como se fossemos os culpados!

E porque? Porque antes de iniciarem a tarefa não foram capazes de despender um minuto para escutar as instruções.

Apetece dizer: Agora desenrasque-se!

P.s. Este post vem a propósito de um sabichão que tive que atender hoje. E que agiu precisamente assim!

Os meus "não" dotes em corte e costura

 
É até vergonhoso dizer que há cerca de 15 anos atrás fiz um curso de corte e costura e que o terminei com "Muito bom aproveitamento"... quem me visse meter mãos à obra até duvidaria.
 
Às vezes lá surge o impulso de fazer alguma coisa: transformar uma peça de roupa, fazer uma baínha ou como ontem substituir uma simples presilha (metálica) de umas calças por uma casa e botão... empolgada sentei-me com a minha bela caixa de costura e meti mãos à obra. A coisa até estava a correr bem e o trabalho até ficou com qualidade. Até que observo o resultado: a casa ficou na parte de baixo e o botão na parte de cima. Ou seja: as calças continuavam a não fechar e eu tive que desfazer o trabalho todo e recomeçar do zero!

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Claro que nem tudo tem conserto...

Claro que nem tudo tem conserto...
mas podemos tentar em vez de simplesmente descartar!

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Oito segredos para ser feliz!


Não existem fórmulas mágicas, nem soluções precisas. Ser feliz requer empenho, descoberta e conhecimento de nós próprios…

1) Apreciar a solidão

“A maioria das pessoas, ao ver aproximar-se a morte, arrepende-se mais do que não fez do que dos seus actos. É habitual lamentarem não ter dedicado mais tempos aos interesses que exigem isolamento, e terem-se deixado arrastar para actividades em grupo pela pressão social. (…) Vivemos num mundo que fomenta a extroversão. (…) Não se costuma valorizar o estar sozinho até se alcançar uma certa idade."

2) Cultivar e preservar a amizade

“contar com uma rede social sólida é tão importante como levar uma vida sem excessos, comer bem ou praticar desporto.”

3) Boas intenções

“Para colocar em prática planos em prol dos outros, o impulso altruísta tem de ser acompanhado de uma boa análise da realidade: saber se são exequíveis e se poderemos levá-los a cabo. Caso contrário é melhor desistir.”

4) Saber perder tempo

“É essencial dispor de espaços e tempo para desligar. (…) Espairecer de vez em quando não significa falta de motivação. O segredo reside em saber conciliar três factores: não ter expectativas materiais excessivas, não cobiçar e não se comprometer a cumprir tarefas que depois, não se pode realizar. Saber parar ajuda-nos a ser mais eficazes, mesmo profissionalmente."

5) Procurar afinidades

“Por vezes, quando se trata de escolher, deixamo-nos levar pela oportunidade, em vez de procurarmos pessoas com quem sejamos realmente compatíveis. (…) Quando os casais deixam de olhar um para o outro e começam a olhar para a vida juntos, por vezes descobrem, já tarde, que não possuem nada em comum. O afecto não chega…”

6) Saber dosear

“Tudo pode ser remédio ou veneno, consoante a dose. (…) É essencial saber dosear o autodomínio, a confiança nos outros ou as tendências para a dependência.”

7) Mente são em corpo são

“Os hábitos condicionam-nos muito mais do que pensamos. Metade das nossas acções e decisões é inconsciente. Tais automatismos são, por vezes, prejudiciais e quase todos querem mudá-los, mas não é fácil, pois estão gravados no cérebro.”

8) Aceitar os outros

“Por sermos tão exigentes, ninguém satisfaz as nossas expectativas e acabamos por perder pessoas que, com um pouco mais de abertura ficariam ao nosso lado e contribuiriam para a nossa felicidade. (…) É preferível aceitar o que não gostamos no outro do que tentar modificá-lo.”

Excertos do artigo Como ser feliz publicado na revista Super Interessante nº 177 (Janeiro 2013)

Depois do Natal... a nostalgia


É assim que me sinto depois de grandes festas... um tanto ou quanto perdida. Esperámos meses a fio pelo Natal, fazemos preparativos dias a fio e depois num âpice tudo terminou. E eu... eu fico nostálgica!

Bom dia a todos!

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

2 anos e meio: periodo de transição, idade paradoxal


Como já devem ter notado em anteriores post's aqui do blog, o meu filhote está a passar por uma fase de mudanças. Inicialmente ainda pensei que pudesse andar a "chocar" alguma coisa... mas não anda, pois se assim fosse o mal-estar manifestava-se de forma mais equilibrada e não apenas em determinados contextos/ situações.

Resolvi por isso começar a pesquisar em alguns livros, e já encontrei um que decididamente vai fazer parte das minhas leituras para este fim-de-semana e não resisto em transcrever um pequeno excerto sobre os 2 anos e meio:

Se um grupo de pais fizesse uma votação secreta para determinar a idade mais arreliadora do período pré-escolar, é muito provável que essa honra coubesse à criança de 2 anos e meio, mercê da reputação que ela tem de passar dum extremo para o extremo oposto. (…)

A criança de 2 anos e meio acha-se num período de transição. Ela é fundamentalmente a mesma criança simpática que era aos 2 anos; e está a transformar-se numa agradabilíssima criança de 3. na verdade, mesmo agora há nela qualquer coisa de encantador, na sua energia, na sua exuberância despropositada (aparentemente), e nos sinais inconfundíveis duma sociabilidade embrionária, de prestabilidade e de imaginação que ela nos dá. Se esses sinais são confusos e compensados precisamente pelos seus contrários é porque a criança de 2 anos e meio se encontra numa encruzilhada do desenvolvimento do seu sistema de acção. Tem um trabalho muito grande a fazer como intermediária dos seus próprios impulsos em sentidos contrários. (…)

Por que razão vai ela até esses extremos arreliadores? É porque o seu domínio do sim e não, do ir e vir, do correr e parar, do dar e receber, do pegar e largar, do puxar e empurrar e do atacar e recuar se encontram em perfeito equilíbrio. A vida está cheia de alternativas. Todos os caminhos da cultura são, para ela, vias de trânsito nos dois sentidos, devido à sua grande inexperiência. O seu sistema de acção é, semelhantemente, um sistema de dois sentidos, cujas alternativas são quase de igual modo aliciantes, devido a ela ser tão imatura. A sua situação de equilíbrio é instável porque os seus mecanismos inibitórios são ainda muito imperfeitos. Além disso, a vida e o ambiente afiguram-se de tal maneira complexos, nesta fase de transição, que a criança é quase obrigada a ir por ambas as vias, a experimentar ambas as alternativas, para poder descobrir qual é realmente a boa. Não há motivos para desesperar, se ela experimenta as duas vias e nos experimenta também a nós. Quando ela tiver 3 anos, o seu amadurecimento será já, comparativamente, tão grande que sentirá verdadeiro prazer em que lhe peçam que escolha entre duas alternativas familiares.(…)

Os dois anos e meio são a idade paradoxal.”

Arnold Gesell in A criança dos 0 aos 5 anos


quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Jantares de Natal


À semelhança do ano anterior estava a ver em risco a minha presença no Jantar de Natal  com os colegas do meu serviço. No ano passado o jantar saiu-me caro: oito euros por um rissol! [lol]... pois mal tinha chegado e já o telemóvel estava a tocar. Querido filho tinha batido com a cabeça no dia anterior e vomitava tudo o que comia... lá rumei a casa e para descanso de consciência lá fomos para o Hospital pediátrico para observação. Depois de 3 horas em observação viemos embora pois tudo estava bem. Claro está a minha participação no jantar foi se por água abaixo.

Este ano consegui ficar no jantar do princípio ao fim, sem más notícias! Eureca... e soube-me muito bem um serão afastada das rotinas, na galhofa com os meus colegas. Pena foi não ter levado o meu presente de Natal!

Sexta-feira mais um jantar... desta vez o jantar de todos os funcionários e colaboradores da Instituição! Certamente não será tão divertido quanto o do serviço, mas por princípio acho que devo ir. A ver como corre...

O mal destes jantares é que acabo sempre por comer o que não devo. Não que tenha problemas com a linha... mas tenho com os fritos e não lhes resisto. Consequentemente no dia seguinte sofro sempre de indisposição!

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Será personalidade vincada ou bicho escondido?

O meu pimpolho querido há mais de uma semana que tem rejeitado a ideia de ir para a escola (creche)! Basta aperceber-se que estamos de saída que fica chocho, se enfia na cama ou afirma peremptoriamente "eu não vai à escola".
 
Claro está tem ido... mas sobretudo para mim tem sido um martírio. É que para além da birra que começa em casa, nos 3 kms do percurso vai a choramingar e quando finalmente chegamos à escola é uma choradeira e só fica lá depois de mo "arrancarem" dos braços.
 
Tento manter-me firme e calma para que ele não se aperceba da minha angústia, mas custa e a minha cabeça está sempre lá.
 
Ontem a meio da tarde o telefone tocou. Era da creche... mau sinal! Atendi e era a educadora a informar que o meu filho tinha passado o dia com a cabeça encostada, recusou a comida, e se queixava de uma dor na boca.
 
Larguei tudo o que estava a fazer e fui buscá-lo. E para descargo de consciência e já que anda com o comportamento alterado há vários dias levei-o ao centro de saúde. Um filme autêntico. Só queria ir embora e chorou desalmadamente durante todo o tempo que durou a observação. Aparentemente está tudo bem!
 
Mesmo assim o médico receitou-lhe o Brufen e o Daktarin. Estupidamente fui à farmácia comprar os medicamentos receitados... mas em casa, já mais calma, decidi não lhe dar nem um nem o outro. Pois se está tudo bem, porque hei-de "encharcar" o rapaz com químicos?
 
Em casa jantou muito bem, dormiu a noite toda e esta manhã acordou bem disposto. Boa disposição que se evaporou assim que o chamei para vestir o casaco.
 
Na creche pedi para falar com a educadora. Expus a situação. Disse que em casa anda alegre e contente e ela ficou de observar melhor a sala onde ele está para ver como é que as coisas correm. Pois não está em permanência com um só grupo: dá apoio a três salas, e ainda às salas dos prolongamentos de horário.
 
Eu fico a matutar sobre o que fazer? Será que anda a chocar alguma coisa ou que tem apenas uma personalidade extremamente vincada e decidida? Só o tempo o dirá...
 
Nota: o rapazola tem 2 anos e 5 meses!