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quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Marcos na vida

Foi óptimo, foi natural, foi criação de laços, foi proximidade, foi estar ali sempre que necessário, foi sobretudo amor...

um processo que começou no dia 25 de Fevereiro de 2015 e terminou a 9 de Outubro de 2019.

Agora chegou ao fim a nossa jornada da amamentação!

Livre escolha minha e do meu filho.

terça-feira, 21 de maio de 2019

Desafiante e muito desgastante...

O meu filho mais novo tem 4 anos, e sem muitas hesitações digo que estes estão a ser os anos mais desafiantes da minha vida. A coisa agravou-se com a entrada dele para o Jardim de Infância e por muito que toda a gente que me rodeia diga constantemente "é uma fase", custa-me a acreditar. Pois a fase já dura há muito tempo.

O rapaz tem uma personalidade extremamente vincada e basicamente só faz o que ele quer. Eu e o pai já conversamos muito sobre o assunto, já mudamos estratégias, já falamos com ele, já castigamos, mas nada parece surtir grandes efeitos. 

Lembro-me que no ano passado por esta altura eu andava preocupada com a professora que lhe iria calhar. Tinha receio que ficasse na sala em que acabou por ficar por a professora ser muito rígida. Mas nem ela consegue fazer com que ele colabore e frequentemente falamos sobre que estratégias utilizar para o orientar no sentido de cumprir com as tarefas que lhe são sugeridas. Ela também já reprimiu, já castigou e já se apercebeu do olhar de gozo que ele usa em todas estas circunstâncias.

Hoje mais uma vez a professora voltou-me a abordar. Conversamos e ficamos as duas a olhar de forma impotente uma para a outra, decidindo que vamos "esperar" que depois das férias do verão as atitudes do rapazinho melhorem... quem me dera. 

É que lidar com este miúdo é desafiante, mas também muito desgastante!

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Ladainhas e lamurias do mais novo

Depois de quase duas semanas em casa os miúdos lá tiveram que regressar às rotinas, ou seja, à escola! Se para o mais velho isto já é um dado adquirido, para o mais novo não é tanto! Mal sai da cama começa a ladainha interminável: "Hoje não há scola... hoje não há scola!"... Eu tento ignorar, mas às tantas canso e calmamente digo-lhe que "Hoje há escola. A mamã e o papá têm de trabalhar e não podem ficar contigo em casa." E o rapazinho vai continuando: "Hoje não há scola...", vezes e vezes seguidas, cada vez mais zangado e irritado.

Hoje resolveu dizer "Hoje não há scola, hoje é feriado.". Eu repliquei: "Hoje não é feriado". E ele voltou a investir: "Hoje é Domingo". E eu respondo: "Não, hoje é quinta-feira.". Não satisfeito ele ainda não desiste e diz: "Hoje é Sábado"...

Felizmente assim que chegamos à escola (creche) esta neura passa-lhe e depois do beijo de despedida segue para a sala sem sequer olhar para trás!

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Domestiquices

Começar bem o dia (not) é voltar ao quarto para chamar o mais pequeno e descobrir que em dois minutos este esvaziou o guarda-roupa do irmão!

Oh vida... como é que me saiu uma criatura tão endiabrada na rifa?!?

terça-feira, 18 de julho de 2017

Sou mãe...

Magalhães, Álvaro - Socorro, a minha mãe está avariada!
Porto: Porto Editora, 2015

(infelizmente nos dias que correm só ser mãe não chega, 
quem me dera...)

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Desafios da maternidade: alimentação

Felizmente os meus filhos sempre comeram bastante bem e nunca tive grandes preocupações no que a hábitos alimentares diz respeito.

Mas... e há sempre um mas na história... o meu mais pequeno tem-me colocado vários desafios em vários campos. Tudo o que com o mais velho tinha sido fácil, com este tem sido um pouquito mais complicado.

A questão que ultimamente me tem vindo a preocupar prende-se com a alimentação ou neste caso a não alimentação na creche. Nunca foi de comer muito lá... mas de há uns dois meses para cá não come nada. Precisamente: NADA!

A comida é semelhante à de casa e os horários também não divergem assim tanto! As funcionárias já tentaram de tudo: dar-lhe a comida à boca, deixá-lo comer pela própria mão. Dar-lhe brinquedos, livros e até já o chegaram a deixar brincar com um telemóvel. Nada funciona. Simplesmente se recusa a comer. Afasta o prato, grita, chora e em casos mais extremos vomita.

Isto significa que sua excelência passa 9 horas por dia sem comer. O que me parece muito para uma criança de apenas dois anos!

Em casa come bem e até costumo brincar dizendo que come bem demais!

Quando vem da creche tenho lhe dado um prato de sopa e uma dose de fruta. Duas horas depois janta normalmente e quando vai para a cama mama. 

Comer quando vem da creche é um mau hábito, eu sei! Mas ele efectivamente vem com fome!

Será que é uma fase que vai passar?
Que estratégias devo usar para resolver esta situação?

De facto a maternidade é um desafio constante e interminável! E cada filho é único. Fórmulas que resultam com um, não necessariamente resultam com outro!

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Confuso, não é?

O que se deve passar na cabeça do meu mais pequeno quando vamos andar no escorrega do parque:

"Então se me deixam subir ao escorrega pela parte em que é suposto descer, porque é que não me deixam descer pela parte em que é suposto subir?"

Nota mental: acho que eu e o pai vamos ter que rever "procedimentos"

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Primeira grande queda

Tenho por hábito depois de ir buscar os meninos à escola e à creche deixá-los brincar um bocadinho na rua, para que para além de poderem respirar ar "puro", possam também esticar os músculos depois de um dia fechados em edifícios.

Ontem o pai juntou-se a nós. Como ando com uma gripe terrível sentei-me num lancil apenas a observar e deixei os miúdos sob vigilância do pai. Um na bicicleta e o outro a subir e a descer passeios. A coisa correu para o torto com o mais pequeno... não sei bem como mas aterrou em cheio com a cara e a testa no alcatrão e o resultado não foi coisa bonita de se ver.

Agarrei nele e como um relâmpago subi até ao terceiro andar para lavar e desinfectar as feridas, e avaliar se necessitaria de intervenção médica! Felizmente não atingiu o olho. Berrou que se fartou até eu conseguir tratá-lo minimamente e agora está com metade da cara arranhada e inchada!

Não foi a primeira queda, nem será a última, mas foi sem dúvida a que até agora mais me assustou!

(estou convencida que o pequeno até vai ter mais quedas do que o mais crescido, porque é muito destemido e aventureiro)

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Também me apetece falar de amamentação!

Quando fiquei grávida do primeiro filho, antes de ele nascer comprei diversos biberons! Sempre achei que era imprescindível ter este "objecto" da peuricultura em abundância em casa onde houvessem bebés. Pelo menos nunca tinha visto o contrário.
 
Mesmo assim decidi que ia amamentar e assim foi! O rapaz nasceu e logo na sala de partos agarrou-se ao meu peito e mamou sofregadamente. Assim continuamos em livre demanda até aos 22 meses... quando ele resolveu que não queria mais.
 
Quando fiquei grávida do segundo filho, uma agradável surpresa, nem me ocorreu comprar biberons. A amamentação é para mim uma questão tão natural que não hesitei. Se os biberons se revelassem necessários teria tempo de os comprar mais tarde.
 
Também o pequeno quando nasceu, com um pouco mais de dificuldade, agarrou logo na maminha. Já vai com 10 meses e continua a amamentar e para mim parece ser a fórmula mais prática e eficaz.
 
Também tive as minhas gretas, as minhas mastites, as minhas dores... mas superei e o que importa nesta trajectória é que me sinto bem comigo mesma e com as minhas escolhas.
 
Cada uma faz a sua. E ponto final.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Já estou de volta...

Opá... as férias já acabaram... e pelos vistos não chegaram, porque continuo com a minha motivação em baixo! E este calor horrível em nada ajuda...

Mas bom os 15 dias que souberam a pouco foram bons! Houve muito descanso, serra, praia, rio e brincadeira. Este ano fizemos passeios apenas de 1 dia, não alugamos casa de praia, porque já tínhamos gasto o nosso budget na viagem à Bélgica... mas confesso que senti falta de uma semana longe de tudo o que é familiar...

Dom Pimpolho aproveitou bem... teve a companhia da mana crescida e agora não quer outra coisa senão "nadar", parece um peixe e não há frio que o afaste da água. Ele resolveu prolongar as férias e em vez de regressar hoje ao ATL foi passar uma semana a casa dos avós!

A minha barriga continua a crescer. Os enjoos felizmente acalmaram, e já consigo dominar os "apetites", mas as dores continuam... hei-de sobreviver.

Tivemos consulta na semana passada e parece que até agora está tudo bem! 14 semaninhas já cá cantam e temos bebé mexido. Só não sabemos ainda se é menino ou menina! Vamos ter que aguardar até às 22 semanas para o saber!

Dia 18 volto para saber os resultados do rastreio bioquímico. A enfermeira começou logo por dizer que com esta idade seria recomendável fazer a amniocentese, mas eu rebati logo e disse que só depois de avaliar os resultados das análises decido. Se o risco for baixo não a farei. Já de Dom Pimpolho optei por não fazer.

De resto a vida segue o seu rumo e tento que seja sempre com um sorriso no rosto! 


segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Fome e sono, e outros afins

Isto de estar grávida tem os seus quês! De acordo com o meu médico é uma gravidez de risco... deve ser risco de ficar gorda, pois sinto fome, ou melhor dizendo apetite a toda a hora!

Para além disso tenho sono, muito sono e tem sido um verdadeiro sacrifício estar 8 horas por dia a trabalhar. Às vezes preciso mesmo de me levantar da cadeira, pois sinto estar a um passo de fechar os olhos. O que num serviço de atendimento ao público não é nada conveniente!

Ao fim de semana sinto-me muito melhor (já antes da gravidez sentia! :))... respeito o ritmo do meu corpo e à tarde durmo uma longa sesta na companhia do meu filhote!

As dores iniciais já abrandaram um bocadinho, mas as pernas e os pés continuam a inchar de forma alucinante! 

Espero ansiosamente pelas férias de Verão, e também pela primeira consulta na maternidade para saber se continua tudo a correr bem.

Engraçado que mesmo o médico tendo dado indicação de gravidez de risco... tenho ainda que aguardar até dia 28 para a primeira consulta com a obstetra, altura em que já estarei de quase 13 semanas. Mas... uma coisa é certa não vou stressar. Vou cuidar-me e acreditar que tudo está a correr bem e assim vai continuar! 

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Comprar sapatos continua a ser missão impossível!

Ontem depois de ir buscar Dom Pimpolho levei-o à sapataria! O pezinho dele cresce e estamos reduzidos a apenas dois pares de calçado, sendo que um deles tem um defeito no fecho lateral! (está sempre a abrir).

Já tinha feito uma incursão na loja, durante a minha hora de almoço, para verificar se valeria a pena lá ir com o miúdo. Vi umas sapatilhas engraçadas e com o preço em conta e foram estas as primeiras que lhe mostrei no final do dia. Rejeitadas com um rotundo "não gosto"!

Segunda opção... umas sapatilhas da Chico... até gostou mas começou a barafustar quando lhas calcei a dizer que eram grandes e a partir daí foi o descalabro!

Ainda lhe consegui calçar um sapatinho, mas assim que o viu Dom Pimpolho disse prontamente "Estes sapatos não têm graça nenhuma!"

Depois disto por mais esforços meus e da funcionária da loja não conseguimos experimentar mais nada... e viemos embora de mãos a abanar!

Na rua ainda me pregou um grande susto e teve direito a duas palmadas no rabo! Foi a adrenalina a responder, que é coisa a que não gosto de recorrer. Mas perante a situação não deu para evitar. Não é que o gajo me larga a mão e com um sorriso de gozo corre para o meio da estrada? E eu a ver carros a virem das duas direcções... já só via cenários de horror!

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Não quero mais dentes!

Dom Pimpolho de há umas semanas para cá parece um bebé... sempre a enfiar as mãos e brinquedos na boca! A pensar que era alguma nova mania, advertimos repetidamente para não o fazer. Mas como o rapaz fez ouvidos moucos às nossas recomendações resolvi inspeccionar mais a fundo. 

Conclusão: tem um dente a romper! (segundo molar superior)

Expliquei-lhe que estava a nascer um novo dente e que em poucos dias deixaria de se sentir incomodado. Mas como o rapaz não é de meias medidas, respondeu: - não quero mais dentes! Fala com ele para não vir, mãe!

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Sou uma lamechas...

não consigo ler um texto relacionado com o nascimento de um bebé sem que as lágrimas rolem pelo meu rosto. Indomáveis, mais fortes do que eu.

Não resta qualquer dúvida de que ainda não consegui mentalizar-me de que não terei mais filhos! Este nó continua na minha cabeça e no meu coração.

terça-feira, 25 de junho de 2013

Estou orgulhosa!!!

Dom Pimpolho é um miúdo que sabe o que quer e não quer. E quando quer é decidido!

Depois de acordar com a fralda da noite seca por 15 dias consecutivos, resolvi arriscar e eliminar de vez a fralda. Já lá vão quase 4 semanas e até agora não houve qualquer acidente! (bate na madeira...)

O desfralde nocturno era daquelas coisas que me assustavam. Tinha já lido por aí que as mamãs costumam levantar os pequenos a meio da noite para os levar à casa de banho e que volta meia volta havia acidentes nocturnos, e até já me tinha preparado comprando mais roupa de cama. Mas estou a ver que neste campo fui uma grande sortuda!

Também de um dia para o outro Dom Pimpolho largou a chupeta. Já não a usava durante o dia desde do 1º aniversário. A última que teve estragou-se, ainda lhe comprei uma nova, mas ele rejeitou-a. Disse-lhe: ou esta ou nada! E ele optou pelo nada...

O tempo passa a crescer, e é facto incontornável: o meu filhote já não é bebé!

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Amor que cresce...



 
Ser mãe foi a realização do meu maior sonho. Foi tornar-me completa e descobrir um amor sem limites, que cresce todos os dias.
Ser mãe fez-me crescer, olhar o mundo com outros olhos. Ver a beleza nas mais pequenas coisas. Tornou-me contemplativa, mais frontal e mais directa. Mais equilibrada.
Ser mãe é uma aprendizagem constante, ser mãe é ficar feliz por ver o nosso filho feliz. Ser mãe é também regressar à infância. Brincar, pular, correr...
Ser mãe é a mais deliciosa de todas as aventuras.
Ser mãe é ser tomada por um amor sem igual!

sexta-feira, 8 de março de 2013

O que é importante para crescer?

Costumo ler o blog "Mama Mia", escrito por Mikaela Övén e gosto do que por lá leio. Ela reflecte sobre a parentalidade e a educação dos filhos, priveligia o equilíbrio e a harmonia e propõe uma parentalidade consciente.


Vale a pena reflectir sobre isto!

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

As crianças precisam de ser crianças


Em Julho o meu pimpolho completa três anos de vida e no fim desse mês terminará uma etapa: a creche. Ando há meses a pensar em que jardim-de-infância o irei inscrever. Infelizmente para quem vive numa vila do interior as opções são muito reduzidas: 2 jardins públicos e uma IPSS, mesmo assim a escolha de qualquer uma destas tem prós e contras.

Colocamos tudo na balança e a decisão estão quase certa.

1) O primeiro jardim-de-infância fica na vila onde resido e trabalho. Mas funciona num agrupamento com cerca de 300 crianças... para meu gosto demasiada confusão. As infra-estruturas são novas e distam cerca de 500 metros do meu serviço.

2) O segundo jardim-de-infância fica a 3 kms (os mesmos que faço actualmente para o levar à creche). As instalações não são novas, mas foram requalificadas a alguns anos atrás. Tem um ambiente familiar e turmas pequenas.

3) A IPSS fica também na vila, perto de casa e do serviço. Mas custa muitos euros e nos dias que correm ninguém os tem para esbanjar. Quanto ao projecto educativo não varia muito das 2 outras opções.

Ainda me falta ir visitar os 2 jardins-de-infância para conhecer as pessoas que lá trabalham e os espaços. Mas acho que não vai influenciar muito a minha decisão.

Vou provalmente optar pelo segundo Jardim-de-infância: porque é mais pequeno, tem um ambiente mais familiar e o pequeno terá o prolongamento de horário na mesma instituição onde agora frequenta a creche. Ou seja não terá de quebrar todas as ligações com a etapa anterior.

Tenho algumas colegas que me tentaram demover desta escolha, mas os motivos que me apresentam não são válidos para mim: alegam que no primeiro jardim-de-infância eles aprendem mais. Ora nesta fase o que mais me interessa é que o pequeno desenvolva a criatividade, a imaginação, que possa brincar e explorar. Para números e letras terá mais de que tempo quando chegar ao primeiro ciclo.

Reparo que muitos pais quase exigem que os filhos terminem o jardim-de-infância a saber contar, ler e escrever. Como complemento ainda os inscrevem em aulas disto e daquilo... e pergunto-me: e a criança onde fica? As crianças precisam de espaço e tempo para serem crianças. Precisam de poder viver a infância na sua plenititude.

Se o meu filhote quiser aprender números e letras não lho negarei, mas nunca antes de chegada a devida altura lho imporei. Ele é curioso e perspicaz e demonstra muito interesse sobre tudo o que o rodeia: sem ninguém pressionar ou impor aprendeu a contar até 12, reconhece os números de 1 a 10 e reconta as histórias que lemos. Mas fá-lo porque quer e não porque nos o queremos.

Acima de tudo queremos que ele seja feliz. Que seja criança...

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

E de repente deu-se o Click!

(imagem de Tony Ross, autor do livro Quero o meu bacio)

Desde o Verão passado que ando a tentar fazer o desfralde do cachopo lá de casa. Mas até há poucos dias sem sucesso. O rapaz simplesmente não queria ir ao bacio ou à sanita.

Há 3 semanas que na escola começaram a usar apenas cueca e em casa temos feito o mesmo. Nos primeiros dias em casa ainda houveram alguns descuidos... que deixavam o miúdo muito incomodado. De um dia para o outro deu-se o click na sua cabecinha e começou a pedir para ir ao bacio. EURECA, anda sequinho há uma semana e até de manhã acorda com a fralda sem xixi.

Fica a comprovação de que nestas coisas temos mesmo que respeitar o timing das crianças!