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sexta-feira, 30 de agosto de 2019

Birra inédita

Um destes dias estávamos tranquilamente a jantar, quando de repente o meu filho de 4 anos e meio irrompe num enorme pranto, com grossas lágrimas a rolarem-lhe pelo rosto abaixo, como se de repente uma tragédia tivesse acontecido.

Perguntei-lhe calmamente o que aconteceu. Ele muito alterado e a chorar responde:

- Eu não sei falar Inglês.

Eu replico:

- Não há problema, tens muito tempo para aprender.

Mas ele continuou a chorar desalmadamente.

- Filho tu já sabes muitas coisas em Inglês: as cores, os números...

- Não sei nada. Não sei falar Inglês e quero aprender a falar todo o Inglês hooooje....

E o choro continuou. Até que me lembrei de o por a ver aulas de inglês no youtube!

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Dangerous?

Leitora compulsiva me confesso!
Sem um livro à mão, sinto uma estranha nudez...
mas de "perigosa", julgo eu, pouco ou nada tenho.

sábado, 6 de janeiro de 2018

O dever de ajudar

Os nossos jovens são muito dotados no que às novas tecnologias diz respeito, porém quando se pede para ajudar a resposta é muitas vezes: não sei fazer! 
Cabe aos pais envolver os pequenos desde tenra idade nas tarefas domésticas e ensiná-los. Como diz o ditado "de pequenino é que se torce o pepino".

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Questões escolares: matemática

Desde cedo o meu filho mostra grande apetência para os números e a matemática, o que me levou a recear que quando chegasse ao primeiro ciclo pudesse desmotivar-se porque já sabia mais do que iria aprender no primeiro ano.

O primeiro ano correu bem! E apesar de pouco ter aprendido foi fazendo todos os exercícios propostos sem problemas. Agora está no segundo ano... e pela primeira vez surgiu um conflito! Um destes dias tinha como tpc algumas contas com três parcelas, as quais ele, sem demora, resolveu correctamente. Ontem vi o caderno e a professora assinalou como incompleto, colocando ao lado a conta "em pé". Esta observação estava rasurada a lápis... e logo calculei que teria sido o meu filho a fazê-lo. Assim sendo questionei-o. E ele muito revoltado respondeu que não fazia as contas em pé... ora eu no meu papel de mãe e respeitando-o da professora disse-lhe que teria de fazer conforme as instruções da mesma... mas ele amuou e continuou a dizer que não o faria.

Compreendo a frustração dele. Compreendo muito bem... ele faz cálculos mentais com uma perna às costas e fá-los bem: Então porque a necessidade de por a conta em pé????

Não sei como contornar esta situação... o teste de final de período está à porta e ele vai ter um desconto na nota por se recusar a pôr a conta em pé! E depois é certo e sabido que vai amuar por não ter a nota máxima.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Concordo plenamente!

Devia ser proibido ensinar a ler e a escrever no jardim de infância”. A ideia foi defendida por Eduardo Sá no encontro “Vale a Pena ir à Pré”, uma iniciativa conjunta da Carlucci American International School of Lisbon (CAISL) e da revista Pais&filhos destinada a debater e esclarecer o valor do ensino pré-escolar na educação de uma criança. (…)

“O jardim de infância não é para aprender a ler nem a escrever”, criticou, lembrando que “as crianças antes de aprender a ler, aprendem a interpretar “ e que “não é por tornarmos uma criança um macaquinho de imitação que ela vai ser mais inteligente”. Eduardo Sá, psicólogo clínico com grande parte da sua carreira dedicada à psicologia infantil, defendeu que o jardim de infância deve antes ser um local onde a criança exerça atividade física pois, justificou, “as crianças aprendem a pensar com o corpo” e se souberem mexer o corpo “mais expressivas serão em termos verbais”.

Além disso, prosseguiu, o jardim de infância deve ser um local para a criança receber educação musical (“a música torna-os mais fluentes na língua materna”) e educação visual (“quanto mais educação visual tiverem, menos dificuldades têm de ortografia”). Por outro lado, disse ainda, as crianças precisam de “contar e ouvir histórias” no jardim de infância, sublinhando que “as histórias ajudam a pensar” e a “linguagem simbólica a arrumar os pensamentos”.

Mas, mais que tudo isso, o jardim de infância deve ser um espaço para a criança brincar. A brincadeira é um “património da humanidade” que a ajuda “a pensar em tempo real e a resolver dificuldades”, salientou o psicólogo, sublinhando que “brincar não pode ser uma atividade de fim de semana” nem os espaços para brincar podem estar confinados a pátios fechados. “É obrigatório que as crianças brinquem na rua”, defendeu. (…)

Fonte: http://www.paisefilhos.pt/index.php/actualidade/noticias/6211-eduardo-sa-e-o-ensino-pre-escolar
Deixemos as crianças ser crianças. Elas têm tempo para crescer!

quarta-feira, 20 de março de 2013

Último dia de formação!

Estou quase apta a fazer todo o género de cartazes, folhetos, panfletos e afins. E quem sabe com muito, muito treino ainda fique pró em restauro de imagens!
 
O blog tem estado paradito, mas é por uma boa causa: aprendizagem!

terça-feira, 12 de março de 2013

Sempre disposta a aprender

Ando afastada do blog há já alguns dias, e assim vou ter de continuar por mais alguns. Mas é tudo por uma boa causa: uma formação sobre tratamento digital de documentos e imagens.
 
As primeiras 7 horas já lá vão e infelizmente revelaram-se uma grande seca... pois num dia inteiro nada de novo aprendi! Tenho esperança de aprender qualquer coisa nas 3 sessões que faltam! A ver vamos...

sexta-feira, 8 de março de 2013

O que é importante para crescer?

Costumo ler o blog "Mama Mia", escrito por Mikaela Övén e gosto do que por lá leio. Ela reflecte sobre a parentalidade e a educação dos filhos, priveligia o equilíbrio e a harmonia e propõe uma parentalidade consciente.


Vale a pena reflectir sobre isto!

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Velocidade de leitura


Os programas curriculares por enquanto ainda não me chamam muito a atenção... lá chegarei quando o Pimpolho ingressar no 1º ciclo. Porém este fim-de-semana ouvi num qualquer noticiário falar de metas de leitura e da quantidade de palavras que os alunos devem conseguir ler por minuto e fiquei curiosa.

Não testei a minha velocidade de leitura, não faço a mínima ideia da quantidade de palavras que consigo ler em 60 segundos. Mas certamente irei testar-me.

De acordo com as metas curriculares de Português um aluno do 6º ano de escolaridade deve "ler um texto com articulação e entoação corretas e uma velocidade de leitura de, no mínimo, 140 palavras por minuto."

E vocês que me leêm, conseguem atingir esta meta?

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Viver é também aprender

 
Apesar de há muitos anos ter deixado o ensino formal, de ter abandonado a universidade ainda o primeiro semestre não ia a meio, tenho sede de aprender. Vontade de saber as coisas, de compreendê-las, de esmiúça-las. Para aprender não temos que devorar livros e enciclopédias, temos apenas que ter vontade e não partir do princípio que já sabemos tudo!