segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Elogio ou ofensa?

Notícias em geral têm a tendência de me perturbar, mas há algumas que conseguem irritar-me de uma forma transcendental:


Podemos até fazer isto tudo, mas e os homens? Esta frase só pode ter sido proferida por uma mente muito tacanha...

domingo, 13 de setembro de 2015

Estoirada!

É assim que me sinto na recta final do meu fim de semana!
Comentários para quê?

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Maratona diária...

Quando finalmente chega a noite, sinto-me como se tivesse corrido uma maratona pejada de obstáculos. Cansada, cansadinha, de tal modo que depois de deitar os cachopos só me apetece dormir. E isto é agora. Não sei como vai ser quando as aulas (as minhas) recomeçarem.

Logo pela manhã preparar os dois miúdos para a "escola", vestir, lavar, alimentar e claro brincar um pouco. Pelo meio tento preparar-me a mim... e às vezes lá escapa um detalhe ou outro. Chegar à porta de chinelos ou sair de casa com a blusa bolsada são situações algo comuns.

Já na rua sentar os cachopos nas respetivas cadeirinhas do carro, apertar cintos e seguir viagem até à "escola". Entregar o mais pequeno tem sido, até agora, pacífico e sereno. O mais velho, é que por mais tempo que passe, parece não se adaptar a esta realidade. E raro é o dia em que não fica banhado em lágrimas... 

Seguem-se 5 horas de trabalho e uma hora de almoço, em que aproveito para fazer as compras. E de seguida toca a ir recolher os meninos, pois o tempo não pára! Pelo meio costumam haver consultas e outros assuntos a resolver, e chegados a casa entre mamadas e brincadeiras, há que tratar do jantar, de outras pequenas tarefas e de banhos.

Pelas 21 horas finalmente reina o silêncio... e ainda há tanto que fazer.

Tento fazer o mínimo para deixar tudo operacional e lá para as 23 horas aterro no vale dos lençóis. Aproveito para ler um pouco ou navegar pela Internet. Quando finalmente decido apagar a luz, o pequeno dá sinal. Hora da mamada. Depois de alimentado tento recambia-lo para a sua cama, mas regra geral tal tarefa corre mal. Por mais ferrado que esteja não demora 5 minutos e está a barafustar e todo o processo recomeça. Nova mamada, nova tentativa de o colocar na cama... até que acabo por desistir e lá fica a dormir entre a mamã e o papá. Não é o ideal, mas é o melhor para a minha sanidade mental. Afinal, ando há quase 7 meses a dormir aos bocadinhos... e isso vai tendo as suas repercussões.

Tudo isto não é novo para ninguém. Muito menos para quem tem filhos. Mas daria muito jeito que o dia tivesse pelo menos mais meia dúzia de horas, exclusivas para os pais!

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Deprime-me...

O tema dos refugiados que todos os dias chegam a Europa deprime-me por dois motivos:

- O desespero de todas aquelas pessoas que nada têm e tudo arriscam na esperança de conseguir ver uma luz ao fundo do túnel;

- E os estranhos valores em que assentam as sociedades ocidentais.

A maior parte de nós preocupa-se apenas consigo mesma. Com o seu próprio bem-estar. Julgam estas pessoas sem as conhecerem, carimbando-as a priori como potenciais terroristas... Ameaça ao futuro.

E se fôssemos nós a estar do outro lado da barricada? Num cenário de guerra? De ameaça constante, violações e outras barbaridades? O que faríamos? Com certeza também arriscariamos tudo na procura de paz e esperança e gostaríamos que alguém nos abrisse os braços... Ou não?

Back to work!

Hoje regressei oficialmente ao trabalho... se por um lado estou a gostar, por outro estou com o coração apertadinho, a pensar como se estará a adaptar D. Bombocas no seu primeiro dia de creche.

Eu, claro está, na hora de o entregar não consegui evitar que as lágrimas rolassem pelo meu rosto abaixo! Pensei que por ser o segundo fosse mais fácil... tremendo engano!

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Coisas de Dom Pimpolho

O filhote mais crescido está a passar uma semana em casa dos avós maternos. Perguntei-lhe se queria que lhe telefonasse à noite, ao que respondeu que sim.
Retorquiu - então vais falar com a mamã
Resposta - não! A avó conta-te o que fiz!

E ao final do terceiro dia, ainda não falei com o rapazote!

Licença de paternidade

Optamos pela licença conjunta. 150 dias para a mãe + 30 dias para o pai! Assim nestes dias quem tem tomado conta do piolhito mais pequeno tem sido o pai! Árdua tarefa pois o rapazinho é viciado na mama e recusa qualquer tipo de chupeta. À custa de tal vício rapazinho sem mama não dorme mais de 30 minutos seguidos... 

Hoje em desespero pai e filho vieram ter comigo ao trabalho para eu alimentar o pequeno e adormecê-lo!

É como andar de bicicleta

Depois de 9 meses ausente do trabalho sentia-me algo receosa!
Seria eu, ainda, capaz de trabalhar com todas as aplicações informáticas do meu contexto laboral? Lembrar-me-ia das palavras-passe?

Afinal, é como andar de bicicleta. Parece que não se esquece.

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Adormecer...

O meu pequeno hoje adormeceu no embalo do colinho... Sem maminha! Foi a primeira vez, o que permitiu aproveitar com tranquilidade um final de tarde na esplanada.

Regra geral ele resmunga tanto que quase nos obriga a fugir dos locais públicos!

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Férias a chegar ao fim...

Chegamos ontem de uma semana de férias fora de casa. Que bom foi mudar de ares, de ritmos e das rotinas habituais!

Agora mais 3 dias em casa e regresso ao trabalho... Se por um lado até sinto vontade de voltar à biblioteca, por outro sei que vou ter muitas saudades destes meses em que me pude dedicar por inteiro, ou pelo menos quase, à família!

Dom bombocas ainda fica em casa até ao fim do mês e depois terá de ir para a creche... Só de pensar na ideia o meu coração fica apertadinho... Sei que vai passar, sei que não há alternativa... Mas isso não faz com que me custe menos!

Dom Pimpolho está crescido e o seu comportamento nos últimos tempos revela alguns ciúmes... Penso que é natural, pois por mais que me esforce é impossível dedicar-me a ele como fazia anteriormente. Dom bombocas é um bebé exigente q.b., comilão e resmungão e mantém me ocupada grande parte do dia.

No entanto, e apesar de tudo, sinto a minha família mais completa e harmoniosa do que nunca.

A vida pula e avança e apenas resta aproveitar da melhor maneira tudo o que ela tem para nos oferecer!