segunda-feira, 23 de julho de 2018

Grande verdade...

Uma frase que se encaixa perfeitamente na forma como penso sobre as escolhas que fui fazendo ao longo da minha vida. 
As escolhas que fiz no percurso da minha vida, podem não ter sido sempre as melhores, mas de nenhuma me arrependo. Todas elas contribuíram para de uma forma ou de outra me enriquecerem e me trazerem até onde estou hoje. 

sábado, 21 de julho de 2018

Coisas de D. Pimpolho

Contrariamente ao usual que é acordar de madrugada, um dia destes tive de ir acordar D. Pimpolho.
Abeirei-me da cama e disse-lhe que estava na hora de se levantar.
Meio ensonado, respondeu:
- Mãe, são só mais cinco minutos para poder acabar este sonho!

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Fanáticos dos computadores...


Roland Fiddy in Os Fanáticos dos Computadores
Lisboa: D. Quixote, 1992

terça-feira, 17 de julho de 2018

Tomorrow...

"... like all of them, the millions of people she has not met and the few se has - she, too, will face a new day tomorrow.
Tomorrow. The word hangs in the air for a moment, both a promise and a threat. Then it floats away like a paper boat, taken from her by the water licking her ankles."

Thrity Umrigar in The space between us

Modas...

In: A Comarca de Arganil nº 4117 (15.10.1953), p. 1

segunda-feira, 16 de julho de 2018

De regresso às rotinas!

Aspecto do parque onde alugamos um Bungalow para a nossa estadia.
Como diz o ditado, tudo o que é bom acaba depressa! As férias já lá vão, foram duas semanas diferentes, em ambiente diferente, com actividades diferentes e pessoas diferentes. Óptimo para quebrar a monotonia do dia-a-dia!

Este ano saímos do país... rumo à Bélgica, meu país de origem! O pretexto da viagem era a festa de casamento de um dos meus tios! E resolvemos aproveitar para ficar mais alguns dias para visitar a família e.... thcaraannnnn.... ir a parques infantis! 

Escorregas de água! Destes conseguiu esquivar-me!
Super escorregas. Não recomendáveis para pessoas com medo de alturas (como eu).
Mas tive que me sujeitar porque não havia ninguém que pudesse acompanhar o mais novo.
Vista parcial do parque infantil da minha aldeia Natal.
O meu filho mais velho há uns tempos atrás, quando ainda estávamos a programar as férias perguntou: Quando formos à Bélgica vamos aquele parque infantil onde estivemos há 4 anos? Ao que eu respondi: - Vamos tentar. E ele replica: - se não formos eu fico cá!!!!

Portanto não havia como não o fazer. E verdade seja dita, com dois miúdos irrequietos e activos como são os meus não dá para fazer verdadeiras férias turísticas/ culturais! Ainda fizemos uma incursão numa cidade... mas os queixumes de dói-me as pernas, não consigo andar mais e afins... levaram-nos decididamente a abandonar estas ideias!

Entre parques, lagos e visitas a familiares o tempo passou de forma agradável! E viemos todos mais animados!

No dia a seguir ao nosso regresso foi o aniversário do meu filhote mais velho! 8 anos... 8 anos que passaram num piscar de olhos. Ele foi passear com um amigo e com o pai, e eu fiquei em casa com o mais novo para desfazer malas e preparar um jantar especial. O dia da festa foi no Sábado, e embora não tenham aparecido todos os convidados (apesar do convite pedir confirmação... não disseram ai nem ui) foi uma tarde muito agradável para miúdos e graúdos!

Boas férias para todos os que ainda não as tiveram! Nós por cá voltamos à lufa lufa do dia-a-dia, mas ainda reservamos uns diazinhos em Setembro para ir até à praia!!!

terça-feira, 19 de junho de 2018

Um minuto de silêncio

Na semana passada fui com os meus dois rapazinhos ver uma peça de teatro criada e interpretada pelos meninos do 4º ano no âmbito de um projecto de empreendedorismo.

O tema em destaque foram os incêndios de Outubro de 2017 e a dada altura foi pedido um minuto de silêncio em homenagem às vítimas.

Um silêncio sepulcral na sala de espectáculos... até que uma voz se eleva e grita: "Eu estou aqui..."

Glupp...era o meu mais novo... a dar o ar da sua graça! 

(E eu a olhar em redor para ver se havia forma de me esconder perante tal vexame. Para quem não sabe este "diabrete" gosta de provocar e sempre que se pede para fazer pouco barulho ou silêncio ele faz exactamente o oposto!)

sexta-feira, 15 de junho de 2018

"não queriam olhar e, no entanto, não podiam deixar de o fazer, silenciosos"

Eis a cena que me fez fechar os olhos na tentativa de a não ver:

"Qualquer um podia ver como o terror inundava os olhos do rapaz.
Então,  o oficial introduziu a ponta da lâmina naquela boca que teimava em permanecer fechada. Ao mesmo tempo que procurava não ferir Koller, que puxava com força para abrir a mandíbula, tentou cortar a língua, pondo-se na ponta dos pés, basculando o seu próprio peso sobre o joelho no estômago do pequeno, como um barbeiro a arrancar um molar. Mas não podia. Quase sem fôlego, o rapaz não deixava de se mexer, e escapava por instantes da prisão dos soldados. O sangue começou a esguichar abundantemente. Os seus uivos de dor encheram o bosque.
- Merda, segurai-o. Com mais força! - gritou o oficial.
- Estamos a tentar, senhor - disse Bawer -, mas o cabrãozinho não para quieto.
- Pois tanto pior para ele.
Levantou o punhal e deixou-o cair sobre o rosto assustado. Passou rente à mão de Koller, que se afastou mesmo a tempo. Um olhar de surpresa assomou aos olhos do soldado. Agravou-se com o terrível grito do rapaz, inumano. Já não tinha capacidade para emitir palavras, apenas sons abafados pelo gorgolejar do sangue que lhe entrava pela garganta e que, se não o socorressem, em breve inundaria os pulmões. O golpe, horrível, havia cortado rente os lábios do menino e ferido a língua e as gengivas. Algum dente caído revelava o branco por entre a erva e a lama. Ainda preso a um pedaço de carne viva, palpitava no solo como uma serpente decapitada. Os soldados não conseguiam afastar a vista do espetáculo sanguinário que se lhes apresentava. Não queriam olhar e, no entanto, não podia deixar de o fazer, silenciosos."

Excerto de A oficina dos livros proibidos de Eduardo Roca

Devia ter ficado de molho...

Ontem à noite o jantar foi dourada assada no forno! Até aí tudo bem, o que eu dispensava mesmo era o cheiro! Cheiro de peixe que se impregna no ar. Exaustor ligado, a noite toda com as janelas da casa abertas... e o cheiro a peixe continua lá.

E cá também. Parece que se arrastou atrás de mim. Deveria ter ficado de molho... em vez de tomar banho de chuveiro, deveria ter tomado banho de imersão e ficar lá dentro até estar bem enregelada!

Ou então o cheiro está na minha mente... impregnado.

Já disse que não gosto do cheiro a peixe ou já entenderam?

quinta-feira, 14 de junho de 2018

What is love?

Porque na vida nem tudo é cor-de-rosa! 
Hoje apeteceu-me ouvir esta música.