sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Desânimo

Ultimamente ando obcecada em consultar as previsões meteorológicas! Nem sei bem porque é que o faço, pois ao ver as previsões acabo sempre por me sentir desanimada.


Está bem que ainda não tive férias este Verão... mas dispenso temperaturas superiores a 30º independentemente das circunstâncias.

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Hoje é dia de festejar!

Saiu a última nota... e agora sim posso descansar e festejar. Sou licenciada!

Palavras soltas

Arte de ©Ernesto García Pena
Rasga-se um grito na noite silenciosa
meu corpo desperta da melancolia
a que o calor opressivo o entregou!

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Ler por prazer...

Finalmente posso retomar as minhas leituras, leituras por prazer! Não é que as leituras para aprendizagem não dêem igualmente prazer, mas o carácter de obrigatoriedade e os prazos tendem a anulá-lo um pouco.


De entre os inúmeros livros que quero ler, para começar escolhi "A vidente" de Lars Kepler. Até agora apenas li 6 capítulos, mas já estou ansiosa que chegue a noite para poder avançar na história. O pouco que li já serviu bem para abrir o "apetite"!

Bom fim de semana e boas leituras!

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Sobrevivi.

Sobrevivi a 3 anos num ritmo louco. Hoje cheguei (pelo menos assim espero) ao fim de mais uma etapa da vida. É hora de descansar e ganhar fôlego para novos voos...

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Há palavras que nos beijam

Há palavras que nos beijam

Há palavras que nos beijam
como se tivessem boca.
Palavras de amor, de esperança,
de imenso amor, de esperança louca.

Palavras nuas que beijas
quando a noite perde o rosto;
Palavras que se recusam
aos muros do teu desgosto.

De repente coloridas
entre palavras sem cor,
esperadas inesperadas
como a poesia ou o amor.

 (O nome de quem se ama
letra a letra revelado
no mármore distraído
no papel abandonado)

Palavras que nos transportam
aonde a noite é mais forte,
ao silêncio dos amantes
abraçados contra a morte.

Alexandre O'Neill
in “No Reino da Dinamarca : obra poética 1951-1965”
Lisboa, Guimarães Editores, imp. 1974. p. 50

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Baterias quase descarregadas

Ainda não desisti do blog, no entanto fui obrigada a fazer uma pausa nos posts, pois os dias são demasiado curtos para tantas solicitações, obrigações e outros afins.

O curso está na recta final. Faltam dois exames e a entrega do projecto! Todos os poucos bocadinhos livres são usados para o estudo. Mas sinto que estou a chegar ao limite e só consigo mesmo avançar porque sei que faltam apenas duas semanas para o fim.

Estou cansada e preciso urgentemente de abrandar o ritmo e voltar a ter uma vida normal!

quarta-feira, 1 de junho de 2016

quarta-feira, 30 de março de 2016

Perguntas desconcertantes

Esta manhã no carro a caminho do trabalho o meu filho (de 5 anos) pergunta solenemente:

- Mãe, quando é que eu posso ir viver sozinho?

Apanhada de surpresa, não respondi de imediato. Lá acabei por dizer:

- Oh filho... quando tiveres o teu trabalho e dinheiro para pagar as tuas contas!

sábado, 26 de março de 2016

Dia do pai!

No dia do pai filho mais velho presenteou o pai com a declamação de um poema! Foi um momento lindo e comovente!
No fim o rapaz diz todo orgulhoso: - e nem precisei de olhar para o papel.

Tão querido! Deu vontade de rir,... pois ele ainda não sabe ler!