Quando fiquei grávida do primeiro filho, antes de ele nascer comprei diversos biberons! Sempre achei que era imprescindível ter este "objecto" da peuricultura em abundância em casa onde houvessem bebés. Pelo menos nunca tinha visto o contrário.
Mesmo assim decidi que ia amamentar e assim foi! O rapaz nasceu e logo na sala de partos agarrou-se ao meu peito e mamou sofregadamente. Assim continuamos em livre demanda até aos 22 meses... quando ele resolveu que não queria mais.
Quando fiquei grávida do segundo filho, uma agradável surpresa, nem me ocorreu comprar biberons. A amamentação é para mim uma questão tão natural que não hesitei. Se os biberons se revelassem necessários teria tempo de os comprar mais tarde.
Também o pequeno quando nasceu, com um pouco mais de dificuldade, agarrou logo na maminha. Já vai com 10 meses e continua a amamentar e para mim parece ser a fórmula mais prática e eficaz.
Também tive as minhas gretas, as minhas mastites, as minhas dores... mas superei e o que importa nesta trajectória é que me sinto bem comigo mesma e com as minhas escolhas.
Cada uma faz a sua. E ponto final.
