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quarta-feira, 10 de julho de 2013

Bem podia ser chinês!

Dom Pimpolho esta manhã andou indisposto e acabou por vomitar toda a papa do pequeno almoço.
Acordou com tosse e expectoração e eu já estava a adivinhar o que iria acontecer se tivesse que tossir durante a refeição...
Tentei dar-lhe algo para comer depois, mas ele rejeitou.
Como hoje é dia de ficar com os avós, telefonei à minha mãe a contar-lhe o sucedido e a pedir que lhe desse qualquer coisa para ele não ficar com o estômago vazio.
As 9.30 tornei a telefonar!
- O menino acabou agora mesmo de comer um prato de arroz!

Ele adora arroz, e por ele comia arroz a todas as refeições. Então se for com pauzinhos de chinês é a euforia total!

terça-feira, 25 de junho de 2013

Estou orgulhosa!!!

Dom Pimpolho é um miúdo que sabe o que quer e não quer. E quando quer é decidido!

Depois de acordar com a fralda da noite seca por 15 dias consecutivos, resolvi arriscar e eliminar de vez a fralda. Já lá vão quase 4 semanas e até agora não houve qualquer acidente! (bate na madeira...)

O desfralde nocturno era daquelas coisas que me assustavam. Tinha já lido por aí que as mamãs costumam levantar os pequenos a meio da noite para os levar à casa de banho e que volta meia volta havia acidentes nocturnos, e até já me tinha preparado comprando mais roupa de cama. Mas estou a ver que neste campo fui uma grande sortuda!

Também de um dia para o outro Dom Pimpolho largou a chupeta. Já não a usava durante o dia desde do 1º aniversário. A última que teve estragou-se, ainda lhe comprei uma nova, mas ele rejeitou-a. Disse-lhe: ou esta ou nada! E ele optou pelo nada...

O tempo passa a crescer, e é facto incontornável: o meu filhote já não é bebé!

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Deixa-me dormir!

Dom Pimpolho ultimamente tem madrugado consecutivamente. Quando pelo meio há um dia em que sua excelência acorda depois das 7 horas já eu dou pulos de alegria. Infelizmente não tem sido frequente. 

Também andou uma semana a dormir mal, acordando repetidas vezes durante a noite. Julgo por ter largado a chupeta e ainda não estar habituado. Nunca foi muito viciado e ultimamente só queria a chupeta verde, mas esta depois de meses de uso estragou-se e não consegui encontrar igual. Comprei outra mas ele rejeitou-a. Disse-lhe - não posso dar-te mais a chupeta verde pois tem um buraco. Ou usas a nova ou não usas nenhuma. E assim tem sido!

As noites já voltaram ao normal, mas tem acordado quase sempre entre as 6 e as 6.30 da madrugada. E quando acorda, acorda logo com a energia toda. Fala, grita, chama, canta e não se cala por um segundo. Hoje foi ter à nossa cama as 6.30 e apesar de lhe pedir para ficar quietinho e caladinho, não havia meios. A dada altura pediu se podia ir para a sala, eu deixei. Mas assim que lá chegou ouvi: "Mãe, estou em cima da mesa!" Lá tive que me levantar para o ralhete. De seguida quis as luvas (é que está um frio de rachar!) e subiu para outra mesa para as procurar. Eu sonâmbula só pensava em dormir mais um bocadito, e acabei por recorrer a uma estratégia pouco correcta... dirigi-me à sala e liguei a televisão.

Não ficou sossegado por muito tempo, mas durante 20 minutos voltei a passar pelas brasas.

Socorro! Quero dormir!

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Coisas do meu filhote!

Há uns dias atrás esteve de férias cá em Portugal um tio meu que reside na Bélgica e Dom Pimpolho adorou-o.
Eu expliquei-lhe que o tio vive longe e por isso o vê com tão pouca regularidade, mas que quando crescesse mais um pouco o iriamos visitar, e como a viagem de carro é muito demorada, iremos de avião.
 
Ao que ele responde, muito sério:
 
- Mas nós não temos avião!

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Pais perfeitos não existem

... mas todos tentamos ser o mais perfeitos possíveis! Ser pai/ mãe exige aprendizagem constante, e não há formulas para se acertar no caminho correcto, há sim pistas, com as quais nos podemos ou não identificar!

José Miguel Oliveira enumera os 33 erros mais comuns que os pais cometem. Concordam?

Os 33 erros mais comuns dos pais (e encarregados de educação)

1. Pensar que existem pais perfeitos…
2. Não reconhecer que comete alguns dos erros aqui enumerados
3. Ter regras para tudo e mais alguma coisa
4. Focar-se nos regulamentos e nos procedimentos
5. Assobiar para o lado (não definir regras)
6. Generalizar a falha para avaliar o carácter (és um falhado, não tens consideração pelos outros, és um egoísta, não sabes fazer nada, nunca tomas atenção a nada)
7. Generalizar a falha para vaticinar ou o sobre o futuro (assim nunca vais ser nada na vida, nunca serás ninguém, serás sempre um preguiçoso)
8. Jogar sempre ao ataque – criticar a pessoa em vez do comportamento
9. Expor o erro: «É para ver se tens vergonha!»
10. Querer sol na eira e chuva no nabal (responsabilidade vs autonomia)
11. Poupar os elogios para «um dia de chuva»
12. Ouvir só com os ouvidos
13. Desvalorizar os medos e os sentimentos do outro
14. Ter medo de mostrar ter medo
15. Não trocar de óculos (ver os filhos a partir do que os pais foram, ou acham que foram)
16. Responder com ricochete: «olha, também eu tenho problemas e não me queixo…»
17. Castastrofizar os problemas / Amplificar os problemas
18. Fazer da vida um Mar de Rosas + Maquilhar as dificuldades (na e da família)
19. (Des)Culpabilizar-se pelas dificuldades, falhas ou deficiências dos filhos
20. Querer ser fixe a todo o momento
21. Falar «buerês»
22. Moralizar até fazer chorar as pedras da calçada
23. Ser picuinhas
24. Ser polícia, fiscal ou espião
25. Querer agradar a gregos e a troianos
26. Forçar os filhos a ler os grandes poetas sem nunca ter lido um dos poemas que os filhos guardam nas gavetas
27. Dar respostas de enciclopédia a perguntas de algibeira / Dar respostas de pacotilha a perguntas profundas / Não dar respostas / Responder a tudo, até ao que nem foi perguntado
28. Negociar o inegociável (princípios e valores) + Trocar o amargo por um doce (compensação de um dever com um chocolate)
29. Mandar para os «calabouços» quem não comeu a sopa ou não fez os trabalhos de casa (tantas vezes associado à comunicação da penalização pelo incumprimento da regra só à posteriori)
30. Ter mais olhos que barriga – prometer e não cumprir
31. Fazer por cima. Alisar o caminho. Fazer em vez de ensinar.
32. Não namorar em frente aos filhos – não ter vida para além dos filhos
33. Deixar macerar ressentimentos

Autor: José Miguel Oliveira

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Desfralde noturno "autónomo"


Dom Pimpolho já há uma série de meses que não usa fralda durante o dia! Até durante a sesta (que dura 3 horas) dorme sem ela!  Até há cerca de um mês atrás eu ainda lhe colocava a fralda em viagens de carro longas, mas agora até isso ele recusa!

À noite ainda lhe coloco fralda, mas em 95% das vezes acorda com ela sequinha. Estava à espera de dias mais quentinhos para lha retirar, com medo dos acidentes e das roupas que por consequência há que lavar... mas parece-me que não tarda muito para Dom Pimpolho se recusar a deixar colocar a fralda da noite...

Hoje eram 6.15 da manhã e ouço-o a chamar-me: "Mãe, Xixi..." virei-me na cama com esperança que aquilo fosse apenas manha para poder sair da cama. Mas alguns instantes depois ele insistiu: "Mãe, Xixi...". Lá fui ao quarto dele e quando lá cheguei o rapaz diz: "Mãe quero fazer Xixi e já tirei a fralda"!

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Informar ou não informar, eis a questão.

Em Setembro o meu pimpolho mudará de "escola". O jardim de infância que ele irá frequentar, se tudo correr bem, é na mesma localidade onde frequenta agora a creche e a componente de apoio aos pais é na instituição onde agora se encontra. Grande parte dos coleguinhas vão para a mesma escola. Ou seja apesar de haver muitas coisas novas no horizonte, não há uma quebra total com o que tem sido a sua "vida escolar" até agora. O que me parece bem.
 
Tenho tentado começar a preparar terreno junto a Dom Pimpolho... mas ele tem reagido da pior maneira.
 
- Depois das férias vais para uma nova escola. A escola dos meninos grandes - Digo eu.
- Nãooooooo! Não quero... - responde Dom Pimpolho
 
- A Matilde vai mudar de escola - informo.
- Nãoooooooo! - responde Dom Pimpolho atirando-se ao chão em prantos!
 
O que fazer? Informar ou não informar???

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Amor que cresce...



 
Ser mãe foi a realização do meu maior sonho. Foi tornar-me completa e descobrir um amor sem limites, que cresce todos os dias.
Ser mãe fez-me crescer, olhar o mundo com outros olhos. Ver a beleza nas mais pequenas coisas. Tornou-me contemplativa, mais frontal e mais directa. Mais equilibrada.
Ser mãe é uma aprendizagem constante, ser mãe é ficar feliz por ver o nosso filho feliz. Ser mãe é também regressar à infância. Brincar, pular, correr...
Ser mãe é a mais deliciosa de todas as aventuras.
Ser mãe é ser tomada por um amor sem igual!

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Quando o problema, não é problema...

sente-se um grande alívio.
Depois de 2 meses de ansiedade por causa dos testículos do meu filhote e da espera pela consulta de especialidade, ontem chegou o dia de rumar ao pediátrico.
Consulta marcada para as 13.30, chegamos meia-hora antes e só às 15.15 fomos atendidos. Segundo o que apurei todas as consultas estavam marcadas para a mesma hora e os atendimentos são por ordem de chegada. Nunca vou entender este esquema de organização.
Claro está o cachopo já estava passado quando finalmente entramos no gabinete médico. Pudera sem dormir e com as rotinas todas alteradas.
O médico começou logo a disparatar, a dizer ao meu filho para se calar e a criticar a educação que lhe demos. Não me contive e disse: Dr. antes de prosseguir, o meu filho está assim porque está à espera há mais de 2 horas, sem dormir a habitual sesta... baixou logo a bola e inclúsive pediu desculpas. Já aprendi que não nos devemos deixar intimidar pela arrogância dos médicos, pois se assim fizermos "eles pisam-nos".
Observou o miúdo e para nossa grande satisfação está tudo em ordem com as suas bolinhas! Ufa... menos um peso em cima das costas!

quarta-feira, 27 de março de 2013

Coisas do meu miúdo

Ontem cheguei a casa, e depois de abraços e miminhos do meu filhote, como sempre tentei saber como tinha corrido o dia na escolinha.
 
- O que almoçaste filho?
- Não sei...
- E o que fizeste?
- Xixi, cocó e puns!
 
Tentei manter-me séria, mas foi impossível conter as gargalhadas!

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

As crianças precisam de ser crianças


Em Julho o meu pimpolho completa três anos de vida e no fim desse mês terminará uma etapa: a creche. Ando há meses a pensar em que jardim-de-infância o irei inscrever. Infelizmente para quem vive numa vila do interior as opções são muito reduzidas: 2 jardins públicos e uma IPSS, mesmo assim a escolha de qualquer uma destas tem prós e contras.

Colocamos tudo na balança e a decisão estão quase certa.

1) O primeiro jardim-de-infância fica na vila onde resido e trabalho. Mas funciona num agrupamento com cerca de 300 crianças... para meu gosto demasiada confusão. As infra-estruturas são novas e distam cerca de 500 metros do meu serviço.

2) O segundo jardim-de-infância fica a 3 kms (os mesmos que faço actualmente para o levar à creche). As instalações não são novas, mas foram requalificadas a alguns anos atrás. Tem um ambiente familiar e turmas pequenas.

3) A IPSS fica também na vila, perto de casa e do serviço. Mas custa muitos euros e nos dias que correm ninguém os tem para esbanjar. Quanto ao projecto educativo não varia muito das 2 outras opções.

Ainda me falta ir visitar os 2 jardins-de-infância para conhecer as pessoas que lá trabalham e os espaços. Mas acho que não vai influenciar muito a minha decisão.

Vou provalmente optar pelo segundo Jardim-de-infância: porque é mais pequeno, tem um ambiente mais familiar e o pequeno terá o prolongamento de horário na mesma instituição onde agora frequenta a creche. Ou seja não terá de quebrar todas as ligações com a etapa anterior.

Tenho algumas colegas que me tentaram demover desta escolha, mas os motivos que me apresentam não são válidos para mim: alegam que no primeiro jardim-de-infância eles aprendem mais. Ora nesta fase o que mais me interessa é que o pequeno desenvolva a criatividade, a imaginação, que possa brincar e explorar. Para números e letras terá mais de que tempo quando chegar ao primeiro ciclo.

Reparo que muitos pais quase exigem que os filhos terminem o jardim-de-infância a saber contar, ler e escrever. Como complemento ainda os inscrevem em aulas disto e daquilo... e pergunto-me: e a criança onde fica? As crianças precisam de espaço e tempo para serem crianças. Precisam de poder viver a infância na sua plenititude.

Se o meu filhote quiser aprender números e letras não lho negarei, mas nunca antes de chegada a devida altura lho imporei. Ele é curioso e perspicaz e demonstra muito interesse sobre tudo o que o rodeia: sem ninguém pressionar ou impor aprendeu a contar até 12, reconhece os números de 1 a 10 e reconta as histórias que lemos. Mas fá-lo porque quer e não porque nos o queremos.

Acima de tudo queremos que ele seja feliz. Que seja criança...

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Primeira noite fora

Pela primeira vez nos seus dois anos e 7 meses de vida o meu pimpolho dormiu fora, sem a companhia do pai e da mãe! Por culpa minha fomos adiando, adiando e eu estava com receio de ficar inqueita e ansiosa, mas tal como o pequeno me supreendeu, também me supreendi a mim mesma.

Dom Pimpolho adorou a estadia em casa da tia e no dia seguinte perguntou se voltava para lá. Segundo o que consta portou-se muito bem, não fez qualquer birra e também não perguntou pelo papá e pela mamã. Está crescido.

Eu e o pai aproveitamos para ir jantar fora sem pressas e correrias! E que bem que soube.

Dado o sucesso da experiência, é sem dúvida uma experiência a repetir. Faz bem a todos.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Presentes que decepcionam

O meu querido filho adora presentes. Só neste natal que passou descobriu de facto o seu significado e apenas em ocasiões especiais lhe oferecemos qualquer coisa.
 
Há uns dias atrás a avó paterna em visita à nossa casa trouxe-lhe um presente: 2 pares de meias antiderrapantes. Tudo bem até aí. Mas vamos aos pormenores.
 
As meias são para menina! Ok. Fechei os olhos a esse pequeno detalhe e incentivei o cachopo a olhar para elas e a agradecer à avó.
 
Mais tarde pego nas meias e reparo no tamanho: 38-40! Só mais 12 números de que o número que o miúdo calça.
 
Enfim. O miúdo ainda não compreende certos pormenores mas já reconhece o que é para menino ou menina e passou o resto da tarde a perguntar pelo presente porque lá na sua cabechinha achou que as meias não eram para ele!
 

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

A mãe é bruxa... :)

 
Já há algum tempo Dom Pimpolho gosta de se chegar ao pé de mim, e puxar-me o cabelo todo para a frente dos olhos para no fim dizer: "A mãe é uma bruxa".
 
Hoje de manhã enquanto me vestia e tinha a gola alta enfiada na cabeça, ouço: "A bruxa não está cá."
 
Um momento de risota face à espontaneidade e inocência do cachopo, o que é sempre bom para iniciar o dia com alegria!

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

O descalabro em 40 minutos

Depois de uma tentativa "frustrada" no Verão passado, iniciámos esta semana o desfralde a sério de Dom Pimpolho. O rapaz tem perfeita consciência de que já não é bebé e como tal deve faz o xixi e cocó na sanita ou no bacio.
 
Desde Setembro que usa fralda-cueca e as idas à casa-de-banho fazem parte das rotinas diárias. Na escola o rapaz é obediente e basta ouvir a ordem de comando "vamos à casa de banho" e ele cumpre. Em casa é mais complexo porque a maior parte das vezes oferece resistência, e pelo que tenho lido não se deve forçar. Como tal temos avançado a passo de caracol.
 
Na semana passada fui informada na escola que durante o dia raras vezes Dom Pimpolho molha a fralda e combinou-se de ele usar cuecas a partir de Segunda-feira. Eureca, disse para mim mesma, a era das fraldas está a chegar ao fim!
 
Em 4 dias de escola nem um acidente. E já me arrisco a trazê-lo no trajecto escola-casa sem a fralda. Tem corrido bem, mas depois do jantar é o descalabro.
 
Hoje fui buscá-lo às 17.10, fomos às compras, ao parque e viemos para casa. Ida à casa de banho e mais brincadeira, mais uma ida à casa-de-banho e hora de jantar. Quase três horas se passaram e tudo continuava sequinho. Quando Dom Pimpolho acabou de jantar anunciou que queria fazer xixi... mas apesar da minha aceleração cheguei tarde demais. Coloquei-,o mesmo assim, no bacio e de seguida toca de lhe vestir roupa lavada. Nem 10 minutos se passaram e lá estava o rapaz de olhar aflito, pernas afastadas e devidamente molhadinho. Repetição de rituais: sanita, roupa lavada... mais um pouco de brincadeira e chegou a hora do banho. E para meu espanto... tudo se repetiu de novo. Em menos de 40 minutos 3 mudas de roupa para lavar.
 
A luta continua... e espero em breve ter em casa o mesmo sucesso que têm na escola. Só espero que a "luta" seja breve.
 
Bom fim de semana!

Notícias sobre a ecografia do meu cachopo

Hoje foi o dia da ecografia aos testículos do meu pimpolho. Eu acalentava o desejo de os encontrar no sítio certo... mas infelizmente não estão. Nem o da direita, nem o da esquerda.
 
Questionei o ecografo sobre o assunto e ele disse que ainda podem ir ao sítio, mas que caso não fossem, seria necessária uma intervenção cirúrgica por volta dos 6/7 anos.
 
Só recebo os resultados "oficiais" daqui a 8 dias e só depois o médico os avaliará. Entretanto fico aqui com uma certa ansiedade e com o desejo que as coisas com o tempo se resolvam naturalmente. A ver vamos.
 
Alguém com "pilinhas" passou pelo mesmo?

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

A sofrer por antecipação...

Finalmente acedi aos pedidos do mais que tudo e vou deixar o meu filhote dormir uma noite fora de casa... dia 16 de Fevereiro.
 
Toda a gente me diz que fará bem ao pimpolho, e será bom para nós... mas eu mãe-galinha, confesso que já sofro por antecipação.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

A educação dos nossos filhos

Ainda esta manhã estive meia hora em conversa com a educadora do meu filho sobre educação: sobre o relacionamento do meu filho com os outros, sobre a partilha, sobre a autonomia, sobre a liberdade e também sobre o tema que está em voga: a hiperactividade versus falta de educação.
 
No fim da nossa conversa chegamos ambas à conclusão que a teoria quase todos a sabemos, mas que todos nós no dia-a-dia temos dificuldades em educar da melhor forma.
 
Eu, por exemplo, por vezes acabo por fechar os olhos a algumas situações... porque no fim do dia dou por mim a pensar que passei o dia todo a chamar a atenção do pirralho: não faças isto, porque..., não mexas no microndas porque não é um brinquedo, não grites porque incomoda... não, não, não e sempre tentando explicar o porquê desse não...
 
Não me posso queixar muito, porque fazendo um balanço geral o meu miúdo não é muito difícil. Aceita o não, embora se esqueça rapidamente dele, as birras existem, mas ele facilmente as consegue domar e entende tudo o que se lhe diz.
 
Mas mesmo assim reconheço que em certas situações eu deveria ser mais rigorosa e firme... porque sei que as regras são fundamentais para um desenvolvimento e crescimento equilibrado e harmonioso.
 
Hoje ao ler a edição do expresso on-line cruzei-me com um artigo interessante sobre educação. Em entrevista ao jornal Asha Philips, psicoterapeuta infantil e autora do livro "um bom pai diz não" afirma: "Impor barreiras dói, negar algo custa, mas é uma forma de amar. É uma prenda que se dá aos filhos e que lhes assegura uma entrada firme no mundo real". (...) "Os limites devem começar a ser colocados quando ainda andam ao colo. É geralmente nessa altura que dizemos pela primeira vez sim quando devíamos ter dito não"
Sei que não existem fórmulas mágicas, sei que erro quase todos os dias e reconheço que às vezes sou demasiado permissiva. Mas tento tudo para educar o meu filho da melhor forma possível, porque quero que ele cresça com as ferramentas para enfrentar o mundo real. E educar implica que também o adulto esteja disponível a crescer, aprender e evoluir.
 
"Não existem pais ou mães perfeitos, não se espera que acertemos sempre."

Ler mais:
 
 

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Palavras que obrigam a reflectir.

A navegar por aí cruzei-me com um belo texto de Khalil Gibran extraído do livro "o profeta", que confesso nunca li. Mas depois de ler este texto sinto-me tentada a fazê-lo... a ver vamos quando, porque a minha lista de leituras contínua a crescer de dia para dia... e ultimamente não tenho lido quase nada.

As rotinas do dia-a-dia consomem o meu tempo quase todo, e quando finalmente dou o dia por finalizado entrego-me ao sofá e a um qualquer programa idiota de televisão ou então dedico alguns minutos a ler comics ou a fazer sudoku's. Isto vai ter que mudar, eu sei... vou ter que arranjar tempo e energia para fazer coisas de que realmente gosto. Poderão dizer-me fecha os olhos às tarefas domésticas. Ao que respondo já fechei. Faço apenas o que realmente tem de ser feito.

Mas adiante e vamos lá ao texto que foi o pretexto deste post:

E uma mulher
que trazia uma criança ao colo
disse:
- Fala-nos das Crianças.

E ele respondeu:
- Os vossos filhos
não são vossos filhos:
são filhos e filhas
do chamamento da própria Vida.

Vêm por vosso meio
mas não de vós;
e apesar de estarem convosco,
não vos pertencem.

Podeis dar-lhes o vosso amor;
mas não os vossos pensamentos:
porque eIes têm pensamentos próprios.

Podeis acolher os seus corpos;
mas não as suas aImas:
porque as suas aImas
habitam a casa de amanhã
que não podeis visitar,
nem sequer em sonhos.

Podeis esforçar-vos por ser como eles;
mas não tenteis fazê-los como vós.
Porque a vida não vai para trás,
nem se detêm com o ontem.

Sois os arcos, e os vossos filhos
as setas vivas projectadas.

O Arqueiro vê o alvo no caminho do infinito,
e reteza-vos com o seu poder
para que as setas
possam voar depressa para longe.

Que a vossa tensão na mão do Arqueiro
seja de alegria.

Porque assim como Ele gosta
da seta que voa,
também gosta do arco que fica.

Khalil Gibran in “O Profeta”

Li, e fiquei a pensar... é profundo, simples e tão verdadeiro!

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Tenho uma sirene em casa...


De um dia para o outro o meu filho deixou de falar baixinho... passei a ter uma sirene estridente lá em casa!

De cada vez que ele eleva o tom de voz, digo-lhe para falar baixinho. Resulta... durante 10 a 15 segundos e depois esquece e volta aos gritos agudos, daqueles que fazem eco na nossa cabeça. Espero que seja passageiro, pois já ando a ponderar comprar tampões para os ouvidos!