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quinta-feira, 22 de agosto de 2019

A minha tragédia, a tua tragédia, a nossa tragédia


Será frieza? Coração duro? Distúrbio emocional?

Às vezes questiono-me sobre o que me preocupa e me afecta a mim, e o que preocupa e afecta os outros. A diferença de impacto que os acontecimentos têm sobre cada um de nós.

Esta semana aqui nas redondezas um acidente de carro vitimou um jovem. É triste? Claro que é. Uma vida jovem perdeu-se, uma família inteira quebrou-se. Não choro por esta vítima. Nem devo julgar outros que o fazem. Mas faz-me confusão como é que uma pessoa que não conhecia o jovem se deixa afectar não dormindo uma noite inteira e passando um dia inteiro desnorteada no trabalho sem fazer nada.

Quando foi o incêndio na Catedral de Notre Dame em Paris também toda a gente estava em choque… tamanha tragédia para a história da humanidade. Notícias sobre o acontecimento 24 horas por dia, doações milionárias para a reconstrução. E eu? Triste, claro, mas seguindo em frente.

Mas há coisas que me tocam, tocam profundamente. Revoltam, angustiam, preocupam.
  • Os milhares de crianças que passam fome;
  • Os milhares de crianças e pessoas que vivem em cenários de guerra;
  • Os milhares de migrantes que fogem em desespero à procura de uma vida sem perigos, enfrentando o desconhecido e esbarrando em portas fechadas;
  • As alterações climáticas e as catástrofes naturais consequentes;
  • A poluição de cada canto e recanto do mundo;
  • A Amazónia, pulmão do mundo a arder…

E poderia continuar a enumerar.

Disse ali em cima que não deveria julgar. Mas questiono-me porque é que é que não ouço ninguém a falar ou não vejo ninguém a preocupar-se com questões gigantescas que podem ter impacto em todos nós e perante “pequenas coisas” agem como se da maior tragédia se tratasse.

terça-feira, 13 de agosto de 2019

Paleta de cores

Escolhe, escolhe devagar
da tua paleta de cores
a cor que vais usar.

Pinta em todos os tons
o caminho que vais trilhar.

Deixa as cores do arco-íris
a tua vida inundar.

Vive, vive intensamente
e devagar.

Mv, 13.08.2019

terça-feira, 30 de julho de 2019

Mais um que adorei ler: Uma gaiola de ouro

Entre muitos afazeres, trabalho, casa, filhos de férias e obras ainda vou conseguindo aproveitar para ler qualquer coisinha.
Acabei recentemente a leitura de "Uma gaiola de ouro" de Camilla Lackberg. Quando peguei no livro pensei que seria um thriller policial ao jeito nórdico. Não era. A história basicamente retrata a queda/ ascensão/ queda de uma mulher e do "poder" que as mulheres têm para singrar e vencer na vida, e de como conseguem usar esse mesmo poder para se "vingar" de quem as tenta/ tentou anular. 
Muito bem escrito, com bastante suspense, algum dramatismo e bom ritmo, é um livro que prende do princípio ao fim.

Agora ando a ler "As janelas do céu" de Gonzalo Giner... mas ainda só li as primeiras 40 páginas... calculo que para chegar à página 668 ainda vá precisar de algumas semanitas!

quinta-feira, 4 de julho de 2019

Locais e recantos

Fiquei toda contente quando descobri que um dos meus restaurante de eleição iria reabrir! Esteve fechado durante diversos anos, mas as memórias dos jantares no Verão numa verdejante esplanada à beira rio nunca me abandonaram. Ontem foi dia de ir conhecer o novo look e a nova ementa. E apesar dos preços serem um bocado puxados para a minha bolsa saí de lá regalada e relaxada. 

Um jantar com vistas para a natureza, dificilmente é superado por qualquer outro jantar. Venham mais!

quinta-feira, 13 de junho de 2019

Mas que beleza...

O meu horário alterna de semana para semana. Numa entro às 9.00 e saio às 17.00 e, na seguinte entro às 10.30 e saio às 18.30. Ora estou na semana de entrar mais tarde. O dia como sempre começa por volta das 7 e as rotinas matinais são sempre as mesmas. Lavar, vestir, alimentar e preparar os miúdos e levá-los à escola antes das 9.00.

Feito isso regresso a casa e, em vez de aproveitar a hora e meia de tranquilidade para me sentar confortavelmente a degustar um café na companhia de um bom livro, dedico-me às mil e uma tarefas domésticas e se sobra tempo ainda o aproveito para a jardinagem. Resumidamente passo hora e meia a correr para fazer o máximo de coisas possíveis. 

Esta manhã andei na horta e o resultado foram umas mãos e unhas bem encardidas. Com apenas 10 minutos para sair de casa lavei, esfreguei, retirei lixo debaixo das unhas... e, como o resultado não foi o desejado, rapidamente cortei as unhas.

Acabo de olhar para as mãos e reparo: cortei as unhas de uma só mão! Mas que beleza...

quarta-feira, 5 de junho de 2019

Leituras em dia

O blog tem estado meio paradinho, mas as leituras vão indo, ainda que tivesse vontade de poder ler muito mais.
Terminei já lá vai quase um mês o livro "Chamavam-lhe Grace" de Margaret Atwood e adorei. A história, a envolvência, a escrita e a forma como no final cabe ao leitor decidir sobre a inocência ou não da protagonista. Recomendo vivamente.
De seguida li o romance "O pacto" de Michelle Richmond, um perturbador thriller psicológico que me deixou presa e em suspense até à última página. Sempre a questionar-me porque é que Alice e Jake, as personagens centrais da obra não se livravam daquelas "amarras". Muito bom mesmo.
Agora ando a reler o livro "Mentiras no divã" de Irvin D. Yalom, li o livro em 2008 e adorei, mas já não me lembro dos detalhes da história, pelo que resolvi mergulhar nela novamente.

segunda-feira, 27 de maio de 2019

Contente por ter exercido o meu direito/dever


Este fim de semana fui para fora... mas fiz questão de antecipar o regresso um dia para poder ir exercer o meu direito de voto.

E cumpri.

E hoje ao ver os resultados dos escrutínios sinto-me feliz por não pertencer aos 70% que não o fizeram. 

Se estou contente com o sistema político que temos? Se estou satisfeita com as alternativas propostas? Não, não estou. Mas e como li por aí mostrar essa indignação no boletim de voto, é certamente mais eficaz de que simplesmente abdicar deste direito.

terça-feira, 21 de maio de 2019

Desafiante e muito desgastante...

O meu filho mais novo tem 4 anos, e sem muitas hesitações digo que estes estão a ser os anos mais desafiantes da minha vida. A coisa agravou-se com a entrada dele para o Jardim de Infância e por muito que toda a gente que me rodeia diga constantemente "é uma fase", custa-me a acreditar. Pois a fase já dura há muito tempo.

O rapaz tem uma personalidade extremamente vincada e basicamente só faz o que ele quer. Eu e o pai já conversamos muito sobre o assunto, já mudamos estratégias, já falamos com ele, já castigamos, mas nada parece surtir grandes efeitos. 

Lembro-me que no ano passado por esta altura eu andava preocupada com a professora que lhe iria calhar. Tinha receio que ficasse na sala em que acabou por ficar por a professora ser muito rígida. Mas nem ela consegue fazer com que ele colabore e frequentemente falamos sobre que estratégias utilizar para o orientar no sentido de cumprir com as tarefas que lhe são sugeridas. Ela também já reprimiu, já castigou e já se apercebeu do olhar de gozo que ele usa em todas estas circunstâncias.

Hoje mais uma vez a professora voltou-me a abordar. Conversamos e ficamos as duas a olhar de forma impotente uma para a outra, decidindo que vamos "esperar" que depois das férias do verão as atitudes do rapazinho melhorem... quem me dera. 

É que lidar com este miúdo é desafiante, mas também muito desgastante!

sexta-feira, 10 de maio de 2019

terça-feira, 9 de abril de 2019

Viver e sentir o momento.

Não sou daquelas pessoas que vive agarrada ao telemóvel, máquina de fotografar ou máquina de filmar. Não é que não goste de registar alguns momentos em fotografia, mas também não gosto do exagero. Ou seja fotografar tudo e mais alguma coisa e ainda por cima para logo de seguida ir postar numa qualquer rede social.

Gosto de viver o momento.
Gosto de ver o momento.
Gosto de estar presente.

Atrás de uma qualquer câmara parece que fico alheada. Parece que não estou ali por inteiro. Por isso prefiro guardar as vivências na minha memória e largar as máquinas para viver e sentir o momento.

quarta-feira, 3 de abril de 2019

Sobre ontem...


Estive de serviço até à meia-noite na feira do livro. Houve um evento sobre Sophia de Mello Breyner Andresen, na evocação do seu centenário de nascimento. Interessantes conversas, interessantes leituras.
Também me coube, em jeito de surpresa, a leitura de um poema em voz alta.
Aqui fica...


Pátria

Por um país de pedra e vento duro
Por um país de luz perfeita e clara
Pelo negro da terra e pelo branco do muro

Pelos rostos de silêncio e de paciência
Que a miséria longamente desenhou
Rente aos ossos com toda a exactidão
Dum longo relatório irrecusável

E pelos rostos iguais ao sol e ao vento

E pela limpidez das tão amadas
Palavras sempre ditas com paixão
Pela cor e pelo peso das palavras
Pelo concreto silêncio limpo das palavras
Donde se erguem as coisas nomeadas
Pela nudez das palavras deslumbradas

- Pedra rio vento casa
Pranto dia canto alento
Espaço raiz e água
Ó minha pátria e meu centro

Me dói a lua me soluça o mar
E o exílio se inscreve em pleno tempo

Sophia de Mello Breyner Andresen, in 'Livro Sexto'

sexta-feira, 22 de março de 2019

Música para os sentidos...

...porque hoje é Sexta-feira!


Bom fim de semana!

Coisas simples da vida...


Noite de luar

lua cheia
ilumina a escuridão
um baloiço
no frondoso carvalho
movimento oscilante
que embala
meu cansaço
e me transporta 
em direcção ao nada
oscila suavemente
e eu respiro paz.
Na próxima lua cheia
repito novamente.

(das coisas simples e boas que a vida no campo me proporciona)

quinta-feira, 7 de março de 2019

Dons que não tenho: trabalhos manuais

Como qualquer mãe com filhos em idade escolar, de vez em quando recebo em casa solicitações para fazer trabalhos manuais em família. Já não bastava ser no Natal, na festa de final de ano ou no Carnaval, agora lembraram-se também da Páscoa. Temos até dia 25 deste mês para fazer um chapéu alusivo à Páscoa para um concurso. Valha-nos a Internet para buscar inspiração. Contudo fiz asneira, pesquisei, fui guardando umas imagens e mostrei ao filhote. Resultado: escolheu o chapéu mais complicado e elaborado para fazer! (Lembrete para trabalhos futuros: apenas mostrar ideias simples!)

Eu bem me empenho e esforço, mas quando finalmente o trabalho chega à escola e aparece exposto no meio de inúmeros outros, parece que fica logo ofuscado. Ou as outras famílias são muito dotadas nestas artes, ou sou eu que sou mesmo um zero à esquerda.

Vamos lá pôr mãos à obra e ver se é desta que nos safamos!

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Mentes pequenas....

Às vezes ainda consigo ser surpreendida pela negativa pela atitude de algumas pessoas. Em geral são coisas que me passam ao lado e que não deixo que me toquem. Outras fico a matutar. Hoje foi o caso.

Entrou um casal na secção onde trabalho, e para além de estarem constantemente a discutir entre si num tom de voz bastante alto a dada altura resolveram falar de mim.

Eu só ouvi ele a dizer: Será que não havia nenhum bibliotecário português. Tinham que por aqui uma estrangeira?

Não pude reagir, obviamente, fingi que nada ouvi. Mas custa-me saber que ainda há pessoas com mentes tão fechadas e tacanhas. Talvez se o dissessem na rua, os teria questionado sobre a quantidade de portugueses que trabalham no estrangeiro. 

Trabalho aqui há 19 anos, vivo no país há mais de 35. Nos tempos de escola tive que engolir muitos comentários desta natureza, e no trabalho foi a segunda vez que tive que ouvir um comentário xenófobo. Não gostei, mas sigo em frente, consciente que ocupo o lugar que ocupo por mérito próprio.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

The peace of wild things

Quando a inspiração para escrever não surge, inspiro-me com palavras inspiradas de outros.
Hoje deveria seguir a corrente e postar qualquer lamechas relacionada com o dia de S. Valentim. Uma canção romântica, um poema de amor, uma selfie enamorada, ou a fotografia do delicioso almoço. Esqueçam!
Celebrar o amor diariamente é o meu lema.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Todo o tempo livre é bom para LER

Ontem à tarde tinha consulta médica marcada no centro de saúde local. Como já sei que a hora marcada nunca é respeitada fui munida com o meu livro e quando finalmente fui chamada faltava-me apenas página e meia para o terminar.

Acabei, menos de uma semana após o requisitar, "Apenas um olhar" de Harlan Coben e a frase promocional da capa, da autoria de Dan Brown, desta feita foi certeira. "Harlan Coben é o mestre da leitura compulsiva e final inesperado, que cativa o leitor logo na primeira página e surpreende na última." 
Já escolhi o livro que me vai acompanhar nos próximos dias ou semanas e espero que não seja uma decepção. Ainda só li as primeiras 25 páginas e até agora não me sinto muito enamorada... a ver vamos... o eleito foi "Sabes quem é?" de Karin Slaughter.

Bom fim de semana e boas leituras.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Leituras em dia

Ora vamos lá falar sobre as minhas mais recentes leituras, antes que as ideias se comecem a misturar e as memórias a desvanecer.
No final do ano passado li pela primeira vez um livro de Joel Dicker e como sabem adorei. De tal forma que resolvi comprar o romance A verdade sobre o caso Harry Quebert para oferecer ao meu companheiro no Natal. Como ele anda embrenhado no Outlander (que são uns verdadeiros camalhaços e uns sete ou oito volumes) quem leu primeiro esta nova aquisição fui eu. E adorei. A forma como Joel Dicker vai construindo o enredo é fantástica e o mistério que envolve as histórias prende me de tal maneira que se pudesse não largava o livro antes de o acabar.
Depois de um grande livro custa-me sempre decidir o que ler a seguir. A segunda escolha de 2019 foi A cadeira preta de Sarah Lemonnier, um género diferente àquele que geralmente elego. Trata-se de uma introspecção da personagem principal sobre o seu percurso de vida. Entre relatos de acontecimentos e as sessões com a psicóloga acompanhamos o processo de auto descoberta de Beatriz. Acima de tudo concluo que as escolhas e percursos que seguimos na nossa vida estão intimamente relacionados com a forma com que olhamos para nós próprios.
Como o fim de semana está à porta e não me imagino sem um livro à mão para ler, a próxima leitura já está definida: Apenas um olhar de Harlan Coben. Volto ao meu género de eleição: uma mistura de thriller e policial.

Bom fim de semana e boas leituras!

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Percepção da realidade

Os nossos filhos têm o dom de nos fazer perguntas para as quais não temos uma resposta preparada na ponta da língua. Então improvisamos ou respondemos de uma forma que mais tarde consideramos inadequada ou insuficiente.

Ontem ao final do dia, o meu filho mais crescido de repente questionou-me:
- Mãe porque é que os dias são sempre iguais?

Eu não estava à espera e não contava que aos 8 anos ele já tivesse uma percepção tão clara da rotina.

Respondi da melhor maneira que soube, mas fiquei a matutar e de certa forma fiquei triste. Como fugir ao que a sociedade nos impõe? Como escapar de todos estes horários? Como rentabilizar melhor as 24 horas que cada dia nos oferece?

Aos 8 anos eu nunca olhei para a vida como sendo rotineira e monótona. Eu vivia livremente e embora andasse na escola o horário era das 8.30 às 13.00... a minha mãe não trabalhava e eu vivia uma vida de aventuras e liberdade.

Adoraria poder proporcionar uma infância parecida aos meus filhos, mas sei que tal não é possível. A escola do mais crescido começa às 9.00 da manhã e termina às 17.30... é ensino obrigatório e eu não posso dar me ao luxo de deixar de trabalhar para estar mais tempo com eles. Resta-me no tempo que sobra dar o melhor de mim e ensinar-lhes a eles a aproveitar o tempo não condicionado por horários e obrigações da forma mais criativa e divertida possível.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Janeiro vai quase a meio...

Eu bem tento publicar com mais regularidade no blog, no entanto há sempre coisas mais urgentes ou pertinentes para fazer e fico-me apenas pelas intenções.

As primeiras duas semanas do novo ano passaram velozmente e tudo continua igual, embora no fim do ano tentemos sempre convencer-nos que é desta que vamos mudar/ modificar alguma coisa. No meu caso tirando um ou outro vício não há muito que queira mudar. E o que gostaria mesmo que mudasse está fora do meu alcance. Sozinha não consigo mover montanhas, mas não obstante vou movendo areias. Pelo menos tenho a consciência de que faço o que é possível para um mundo melhor.

As rotinas do dia-a-dia continuam as mesmas. Trabalho, casa, trabalho... e sempre numa luta desenfreada com o tempo para não deixar nada para trás e sobretudo para dar a atenção merecida e devida aos meus filhos e família.

E é nesse campo que em geral sinto que falho. Sei que faço tudo o que me é possível, mas parece-me sempre pouco... mesmo tendo deixado de lado a obsessão pelas limpezas e organização gostaria de dar uma atenção com mais qualidade aos meus filhos. Brincar com eles, conversar, passear... 

Mas adiante... o dia só tem 24 horas e estas não esticam.

As leituras neste início de ano estagnaram um pouco. E o trabalho parece que se avolumou... pena o ordenado não acompanhar a mesma tendência. Até podia pensar em candidatar-me a outra Biblioteca, mas quando coloco os prós e contras todos numa balança, chego à conclusão que apesar de tudo é a situação atual que mais contribui para a minha qualidade de vida.

Continuo com a ideia firme de que devemos retirar prazer dos pequenos momentos da vida e não viver na expectativa dos grandes acontecimentos.

Este ano quero continuar a viver mais fora de que dentro de casa e privilegiar o contacto com a natureza. A mudança de casa (há pouco mais de um ano atrás) sem dúvida fez-me muito bem. Sair do apartamento para uma moradia foi a melhor coisa que fiz e tem me ajudado muito a sentir-me mais realizada e menos enclausurada.

Para fechar este post, que é por assim dizer o primeiro do ano, desejo apenas que 2019 seja tão bom ou melhor que 2018!