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segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Final countdown

Cinco dias de trabalho... e depois finalmente as merecidas férias!
Ufa... que este Verão tem sido difícil... ver toda a gente a partir e a regressar e nós sempre a trabalhar! Uma espera longa em que parece que até o relógio se virou contra nós e os dias pareceram abrandar. Tomara que assim também seja quando finalmente estivermos a descansar.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

O trabalho em equipa e eu...

Admito que nunca fui muito boa a trabalhar em equipa e talvez essa seja uma lacuna. Gosto de colaborar com outros, mas não gosto de depender de outros para concretizar uma tarefa, ou um trabalho. 

Penso que isto foi trauma que me ficou dos tempos de estudante e dos inúmeros trabalhos de grupo que era suposto fazer... tardes e tardes passadas na conversa em que um ou dois elementos do grupo trabalhavam de verdade e os outros empurravam o trabalho para esses mesmos, pois "vocês é que são bons nisso". TRAUMA!

Há já algum tempo que tinha para aqui a acumular caixotes cheios de livros para levar para a cave. Farta de adiar resolvi meter mãos à obra e lá fui carregando os caixotes, até que me cruzei com a minha chefe que me questionou porque não tinha pedido ajuda às auxiliares. Respondi: porque não as vi! Claro está, passados 2 minutos apareceram e não tive como não lhes pedir ajuda.

Os caixotes estavam todos alinhados, todos bem identificados... depois do transporte os caixotes estavam rasgados, as identificações tinham desaparecido e em alguns casos os livros tinham sido trocados de caixote.

Compreendem agora porque prefiro fazer estas coisas sozinha? Acabamos por não gastar menos tempo e eu fiquei com o trabalho de reorganizar tudo outra vez.

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Falta de motivação

Na semana passada recebi uma notificação daquelas de cair para o lado, uma notificação de que não estava minimamente à espera. Uma notificação em jeito de ameaça. Uma notificação típica daquelas que se enviam aos "devedores".

Alguém cometeu um grave erro... não acertou o programa de remunerações com as alterações da lei, o que resultou em dinheiros pagos indevidamente no âmbito da protecção à parentalidade e afins... e de repente quem não tem culpa nenhuma no cartório, nem alguma vez suspeitou ter recebido mais de que deveria vê-se confrontada com uma dívida involuntariamente contraída.

Se a motivação já andava cá em baixo, agora de repente ficou nas ruas da amargura!

terça-feira, 5 de junho de 2018

I can see clearly now...

Não trabalho num lugar onde habitualmente possa ouvir música, mas de vez em quando enquanto a sala não tem utilizadores aproveito a oportunidade para inundar a alma de ritmo! E que bem que faz. Ao corpo e à alma! E ainda por cima faz-me sentir mais produtiva!
Gosto desta música... gosto de reggae!

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Ser mãe e muito mais...

E como se isso ainda não chegasse, por cá ainda resolvemos adoptar um maravilhoso cão! Um labrador de ano e meio... que tem energia para dar e vender e destrói tudo o que lhe aparece à frente! 
Felizmente temos muito espaço para arrumação na casa nova... mas não nos podemos descuidar... tudo o que fica fora de sítio, ou seja ao alcance de sua excelência tem um fim certo! Ontem descobri a fita métrica toda mordida, antes disso o boné do mais pequeno "esfrangalhado" e hoje estava a instalação eléctrica do portão toda roída! Uau... cheira-me que o bicho vai dar muito trabalho.

Os pequenos filhos também estão numa fase agitada e já interagem muito bem um com o outro. Já sabem brincar juntos... mas as brincadeiras favoritas são sempre as mais "brutas" e passo o tempo todo a alertá-los para o perigo de se magoarem! 

Os dias são longos, passa-se o dia fora a trabalhar e de seguida toda a lufa lufa doméstica e familiar. Conciliar obras e mudanças com todas estas coisas é obra... felizmente as coisas vão andando e tudo aponta para que em Novembro estejamos a viver na casa nova. Aí sim, vou novamente poder descansar... e dedicar-me a domesticar o nosso querido e destruidor cão!

terça-feira, 18 de julho de 2017

Sou mãe...

Magalhães, Álvaro - Socorro, a minha mãe está avariada!
Porto: Porto Editora, 2015

(infelizmente nos dias que correm só ser mãe não chega, 
quem me dera...)

terça-feira, 30 de maio de 2017

Defesas em baixo...

Na semana passada sucumbi... depois de dois dias a lutar para me manter em pé e a trabalhar, tive de dar o braço a torcer e procurar o médico.

Diagnóstico: desidratação e infecção pulmonar! Quatro dias de molho! Dias a fazer o mínimo possível para tentar recuperar energias e enfrentar novamente a correria do dia-a-dia!

Já regressei ao trabalho! Ainda não me sinto a 100%, mas para lá caminho.

Agora é aguentar dois meses para depois poder desfrutar das merecidas férias!


quarta-feira, 19 de agosto de 2015

É como andar de bicicleta

Depois de 9 meses ausente do trabalho sentia-me algo receosa!
Seria eu, ainda, capaz de trabalhar com todas as aplicações informáticas do meu contexto laboral? Lembrar-me-ia das palavras-passe?

Afinal, é como andar de bicicleta. Parece que não se esquece.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Constatação do dia

8 horas no trabalho demoram uma eternidade a passar.
8 horas em casa passam a voar.

Bem precisava que hoje as horas se multiplicassem, para conseguir estudar tudo o que tenho para estudar!!!

domingo, 18 de maio de 2014

A trabalhar como uma louca

Desde Março para cá que não tenho tido tempo para nada... a não se para trabalhar e estudar!
Falta pouco, mas o pouco alonga-se no tempo.
O último exame do ano, se tudo correr bem, será a 11 de Julho... nessa data e até recomeço das aulas em finais de Setembro, esqueço tudo o que tem a haver com o curso!

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Socorro... preciso de férias!!!

As minhas energias estão cada vez mais em baixo, o ritmo este ano tem sido alucinante a todos os níveis e neste momento sinto que já não estou a 100% em nada: nem no trabalho, nem nos estudos, nem na família... preciso de férias urgentemente e felizmente aproximam-se a passos largos!

Segunda e terça vou ficar em casa e no final do mês pela primeira vez em muitos anos vamos viajar. É certo que é para um destino que já nos é conhecido, mas mesmo assim mudar de ares e de ambientes vai ser revigorante. É bem preciso porque a maratona continua logo a seguir com a final distrital do concurso de leitura e a comemoração dos 500 anos do Foral!

sábado, 22 de março de 2014

Finalmente fim-de-semana...

Esta foi uma semana dos diabos! Foram 4 dias de feira do livro cá na terra, e embora seja recompensador ver os frutos do nosso empenho, é trabalhoso e cansativo.

Para além do normal horário de trabalho, juntaram-se às 8 horas habituais mais 3... foi uma semana de muita correria e pouco descanso.

Claro está não me contive e lá vieram mais 8 livros e um jogo para casa. 

Ontem foi o último dia, e como não podia deixar de ser celebramos "poesia"! Foi apresentado na feira o livro "Rio de 4 águas" e eu fui convidada a fazer a leitura em voz alta de alguns poemas! Como sempre nestas ocasiões as minhas pernas ficaram bambas e os braços trémulos... mas ainda assim foi um prazer participar neste hino à poesia!

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Querido fim-de-semana

Aguardo ansiosa o fim-de-semana! Estou cansada, exausta e preciso de descansar.
Infelizmente ainda tenho que trabalhar amanhã de manhã, e acabo por ficar com um fim-de-semana reduzido. Embora tenha que aproveitar cada momento possível para estudar, garanto que ninguém nem nada me vai impedir de dormir a sesta com o meu filhote!

Felizmente já só falta um exame para acabar este semestre... pois sinto que estou quase, quase a chegar ao meu limite!

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Eu e as 40 horas de trabalho!

Ainda não estou conformada... a partir do dia 27 por cá começamos a trabalhar 40 horas semanais! Motivação: pouca ou nenhuma. Afinal existirá alguém que gosta de trabalhar mais horas por menos dinheiro?
Acho que nem um workaholic!

Estou a procurar meios de contornar esta situação e se a lei o permite, porquê não o fazer?

-1ª opção - redução de 2 horas de trabalho diárias ou um dia por semana e consequente redução salarial. Está fora de questão, pois infelizmente o meu ordenado é baixo e não me posso dar ao luxo de prescindir de uma fatia considerável. 

- 2ª opção - requerer a jornada contínua! O que significa trabalhar 7 horas seguidas, sem deixar o local de trabalho com direito a 30 minutos para almoço, mas que conta como tempo de trabalho.

O requerimento já está feito e agora é apenas aguardar aprovação ou não do chefe!

Torçam por mim... o deferimento seria ouro sobre azul!

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Grande coincidência...

Tenho estado a gostar de estudar. Embora o curso esteja a ser exigente e de vez em quando me depare com problemas na gestão do tempo, tenho obtido bons resultados e sobretudo sinto que de facto estou a aprender.
 
Mas nisto de estudar há sempre coisas estranhas, ou serão puras coincidências?
 
Publiquei hoje no fórum de uma das disciplina um comentário síntese (200 a 300 palavras) referente a 3 textos que nos foram disponibilizados para estudo. Cerca de 38 páginas de informação.
 
Para meu espanto, 4 horas mais tarde, uma colega publica o seu comentário. Fui ler e para além de 4 paragrafos expressarem exactamente os mesmos aspectos de que os meus, todo o texto dela segue exactamente a mesma linha de pensamento que eu segui.
 
Num mês é a segunda vez que isto acontece.
 
Prefiro pensar que é uma mera coincidência, mas cá no fundo tenho as minhas dúvidas.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Para já são boas notícias

Recebi hoje do meu "alto chefe" um e-mail a suspender imediatamente a aplicação das 40 horas de trabalho semanais!

Até vou dormir melhor! Só espero que no fim o tribunal constitucional considere de facto a medida inconstitucional!

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

40 horas de trabalho não é igual a mais produtividade

O alargamento do horário de trabalho está-me atravessado na garganta. Por mais que tente, que beba água, que reflicta, que ouça opiniões alheias, não o consigo engolir.

É um retrocesso nos nossos direitos! É uma redução de vencimento encapuzada. É uma farsa.

E justificar que é para nos aproximar do sector privado ou para aumentar a produtividade é pura demagogia.

O problema da falta de produtividade do nosso país não se resolve assim, criando desmotivação, não dando nada em troca, retirando espaço para uma vida familiar feliz.

Tentou-se (falo em relação ao meu serviço) implementar o SIADAP. Estabelecer metas e objectivos específicos. No pouco tempo que por aqui vigorou surtiu efeitos: todos nós produzimos mais e melhor. Mas parece que este sistema foi enfiado na gaveta…

Vamos pois ter que trabalhar 40 horas semanais, 8 horas diárias. O que significa estar 10 horas por dia fora de casa. Em casa sobra apenas tempo para a correr tratar das refeições e dos banhos, e depois dormir para repor energias para no dia seguinte voltar a produzir, ou talvez não.

E os nossos filhos? Onde ficam no meio disto tudo: 10 horas por dia “institucionalizados”, entregues a terceiros. Quais são os pais que podem ser responsabilizados pela sua boa formação se quase não há tempo para a dar? O que são afinal os pais: máquinas reprodutoras? Que incentivo existe para contribuir para o aumento da taxa de natalidade deste país? Cá por mim se queremos ter filhos, queremos passar tempo com eles, poder educá-los, poder estar presentes, acompanhá-los de perto. Não apenas alimentá-los, higienizá-los e enfiá-los na cama.

Estou revoltada, e cada vez mais desmotivada. Revolta-me ver que muitas, muitas pessoas aceitam esta medida sem questionar, defendendo-a veemente como se fosse a solução para a resolução dos males do nosso país. Entrega-se de mão beijada direitos pelos quais lutamos a vida inteira.

Em muitos países ricos e desenvolvidos o horário de trabalho é de 35 ou 37 horas por semana. Empresas de sucesso aplicam-no. Oferecem regalias aos seus funcionários. E eles produzem, e eles vingam. Qual é então a diferença? Como é que eles conseguem e nós não?

Se houvesse uma boa coordenação, motivação, organização e objectivos traçados, por cá em 35 horas conseguiríamos fazer muito mais do que se faz agora. Muito mais de que nas 40 horas que vamos ser obrigados a trabalhar.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Update... sobre a adaptação de Dom Pimpolho

Porque é que eu telefono para a "escola" para saber do meu filho?
Porque me preocupo com ele, porque gostaria de ouvir dizer que ele está feliz e contente!

Não adianta de nada pois esteja ele de lágrima no canto do olho ou entretido e divertido a brincar com os coleguinhas... não tenho outro alternativa senão deixá-lo lá.

Telefonei à hora do almoço e de acordo com a educadora hoje demorou muito mais tempo a sossegar! E de cada vez que se lembra de onde está lá vem novamente a lágrima! Está ansioso e à custa da ansiedade até já vomitou... já ontem ao final do dia o tinha feito!

Oficialmente as aulas no jardim-de-infância apenas começam no dia 12, e se eu pudesse ou tivesse família próxima a quem o pudesse deixar até lá, ele só iniciaria as "obrigações" escolares nesse dia. Infelizmente não dá, tal como não dará para o manter em casa todos os dias das férias de Natal e da Páscoa... as minhas férias não esticam, mas sempre que as tenho Dom Pimpolho fica comigo.

Estico sempre a hora de o levar e a primeira coisa que faço quando saio do trabalho é ir buscar o miúdo. Não gosto desta organização, não gosto da ideia de ele ter que ficar 5 dias por semana, 9 horas por dia fora e sem os pais... mas são as exigências da nossa sociedade, cada vez maiores, cada vez com menos espaço para a família!

Se eu pudesse, sim, se pudesse deixaria de trabalhar ou faria trabalho a partir de casa... mas as coisas não são simples assim e nesta altura do campeonato devo considerar-me uma felizarda por ter trabalho e um ordenado no fim do mês.

Mas o ideal seria ter todo o tempo para a família. Poder dedicar-me ao meu filho e acompanhá-lo mais de perto. Vou sonhando e no dia-a-dia dou o melhor de mim...

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Desabafo...

Não, não fui apanhada de surpresa mas “estou passada”, para além de ver o meu ordenado a baixar ano após ano, agora ainda vou ter de trabalhar mais horas exactamente pelo mesmo dinheiro… ou seja embora camuflado cá está mais um corte salarial. E não, não é a parte monetária que mais me irrita, mas sim os falsos pressupostos que estão por detrás desta medida e acima de tudo a redução da minha qualidade de vida no que à esfera privada diz respeito.

Ao ter que trabalhar 8 horas por dia (já o fiz no passado e trabalhei muitas vezes bem mais de que 8 horas, sei também que grande parte das pessoas trabalha este número de horas), vou estar fora de casa cerca de 10 horas (8 a trabalhar, 1 hora para almoçar e 1 hora para as deslocações). Considerando que tenho de dormir entre 7 a 8 horas por noite para me manter funcional, sobram 6 horas, das quais cerca de metade serão gastas em tarefas domésticas e afins e sobram 3 horas para a família!

Preocupa-me esta questão, preocupa-me porque queria ter outra disponibilidade para educar o meu filho, para o acompanhar nos estudos, para brincar com ele, para conversar com ele. E chego-me a questionar como é possível levar a tarefa a bom porto nestas condições?

Estou revoltada!