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sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Só quem a vive ou com ela vive, entende!

Gosto de ler as crónicas de Clara Ferreira Alves e sobretudo gostaria de me saber expressar com a mesma clareza e objectividade.

Na semana passada Clara Ferreira Alves escreveu sobre os pobres e a pobreza na revista do Expresso e não resisto em partilhar aqui!

Começa assim: "A pobreza, como a guerra, só pode ser descrita e entendida para quem a vive ou com ela vive. Para pessoas que vivem na abundância a pobreza é um lugar remoto onde vivem estrangeiros. (...) Quem vive em situação de pobreza, sem chegar à destituição, não consegue elevar-se acima da luta diária pela sobrevivência. Imaginem um emprego mal remunerado, precário ou não, horas nos transportes públicos, uma casa modestíssima nos arrebaldes e despesas que o salário mal cobre. Imaginem a vida mental que sobra desta ansiedade. Não chega para a inquietação estética ou intelectual, a escolha da beleza ou do bem-estar, a amor às artes, o altruísmo ou a descoberta da viagem. É um mundo pequenino e fechado, encaixotado entre a televisão e o hipermercado, embrutecido pela falta da diversidade da experiência e a supremacia do kitsch."


sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Sobre a humanidade

Pouco inspirada para a escrita, 
procuro inspiração na palavra (sábia) de outros.

Bom fim-de-semana!

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Laboratório de experiências?

O que o FMI aprendeu com a crise: 
a austeridade pode ser autodestrutiva

In: Público nº 8561 (18.09.2013)

A este propósito vale também a pena ler 

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

40 horas de trabalho não é igual a mais produtividade

O alargamento do horário de trabalho está-me atravessado na garganta. Por mais que tente, que beba água, que reflicta, que ouça opiniões alheias, não o consigo engolir.

É um retrocesso nos nossos direitos! É uma redução de vencimento encapuzada. É uma farsa.

E justificar que é para nos aproximar do sector privado ou para aumentar a produtividade é pura demagogia.

O problema da falta de produtividade do nosso país não se resolve assim, criando desmotivação, não dando nada em troca, retirando espaço para uma vida familiar feliz.

Tentou-se (falo em relação ao meu serviço) implementar o SIADAP. Estabelecer metas e objectivos específicos. No pouco tempo que por aqui vigorou surtiu efeitos: todos nós produzimos mais e melhor. Mas parece que este sistema foi enfiado na gaveta…

Vamos pois ter que trabalhar 40 horas semanais, 8 horas diárias. O que significa estar 10 horas por dia fora de casa. Em casa sobra apenas tempo para a correr tratar das refeições e dos banhos, e depois dormir para repor energias para no dia seguinte voltar a produzir, ou talvez não.

E os nossos filhos? Onde ficam no meio disto tudo: 10 horas por dia “institucionalizados”, entregues a terceiros. Quais são os pais que podem ser responsabilizados pela sua boa formação se quase não há tempo para a dar? O que são afinal os pais: máquinas reprodutoras? Que incentivo existe para contribuir para o aumento da taxa de natalidade deste país? Cá por mim se queremos ter filhos, queremos passar tempo com eles, poder educá-los, poder estar presentes, acompanhá-los de perto. Não apenas alimentá-los, higienizá-los e enfiá-los na cama.

Estou revoltada, e cada vez mais desmotivada. Revolta-me ver que muitas, muitas pessoas aceitam esta medida sem questionar, defendendo-a veemente como se fosse a solução para a resolução dos males do nosso país. Entrega-se de mão beijada direitos pelos quais lutamos a vida inteira.

Em muitos países ricos e desenvolvidos o horário de trabalho é de 35 ou 37 horas por semana. Empresas de sucesso aplicam-no. Oferecem regalias aos seus funcionários. E eles produzem, e eles vingam. Qual é então a diferença? Como é que eles conseguem e nós não?

Se houvesse uma boa coordenação, motivação, organização e objectivos traçados, por cá em 35 horas conseguiríamos fazer muito mais do que se faz agora. Muito mais de que nas 40 horas que vamos ser obrigados a trabalhar.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Bom fim-de-semana!

 Nem sempre fácil, mas algo que devemos sempre lembrar!

 Não tenho dúvidas!

 Um turbilhão de pensamentos povoam
a minha mente, 
às vezes a confusão é tanta 
que não consigo expressar o que vai cá dentro.

A vida é feita de pequenos momentos! 
Temos que os saber aproveitar.

Bom fim-de-semana!

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

É assim que tento que seja

Todos os dias disponibilizo-me durante algum tempo a 100% 
para brincar com Dom Pimpolho.
Só eu, ele e muita brincadeira!

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Grandes verdades...

Concordo! E vocês?

terça-feira, 23 de julho de 2013

Pode ser que um dia as coisas mudem...

Pode ser que um dia as coisas mudem... e haja espaço para as famílias: novos e velhos! Enquanto isso vamos lendo, reflectindo, discutindo, lutando e sobretudo fazendo o melhor que podemos com o que temos.

Mais um olhar em direcção a uma sociedade mais equilibrada, em que não nos resumimos a máquinas produtoras e consumidoras, mas temos tempo para ser de facto humanos: Crónicas de uma Desempregada: Eu não quero trabalhar das 9h às 18h

Um dia lá chegaremos...


Ontem enquanto passava roupa a ferro fui dando uma olhadela ao programa da RTP 2 - Portugal: um retrato social. Falava-se de idosos e de como a sociedade os acolhe.

Terminou com esta frase: "Os nossos idosos são afastados dos seus e condenados ao isolamento. Nem sempre a sociedade evolui para melhor!"

Vale a pena pensar nisto!

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Open mind

 
"Se dois homens vêm andando por uma estrada, cada um com um pão, e, ao se encontrarem, trocarem os pães, cada um vai embora com um.
Se dois homens vêm andando por uma estrada, cada um com uma ideia, e, ao se encontrarem, trocarem as ideias, cada um vai embora com duas"
(Provérbio chinês)

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Dormir é um bom remédio...

É sabido que dormir descansado e durante um determinado número de horas é de extrema importância para o nosso equilíbrio mental, físico e emocional... mas nem sempre dormimos o suficiente!

Quando comento com pessoas conhecidas que o meu filho vai para a cama todos os dias às 9 horas em geral obtenho dois tipos de resposta:

- Tão cedo? Quem me dera que conseguisse deitar o meu a essa hora!
- Tão tarde? Aqui os miúdos estão na cama às 19.00.

Ora a primeira resposta corresponde a respostas dadas por portugueses, a segunda a respostas dadas por Belgas! São, é certo, culturas diferentes e ritmos de vida diferentes... mas o que constato é que em Portugal imensas crianças dormem menos do que deveriam.

Vem esta reflexão a propósito de uma notícia que li hoje na visão e sobre a qual acho que devemos reflectir:  E se muitas das crianças consideradas hiperativas só precisarem de dormir mais?

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Vida a dois...

"Naquele dia não se queria arriscar a passar tempo sozinho em casa, nem sequer se atrevera a ouvir o rádio, evitando as músicas que eles iriam dedicar, esta e aquela mensagens lidas no ar. Apenas iria fazer com que ele sentisse a falta... de tudo. Sim de tudo. Sentia saudades da porta a fechar-se, quando ela chegava a casa à noite depois do trabalho. Sentia a falta das mensagens telefónicas (...). Sentia a falta do clube do livro de Christine (...) Sentia saudades de como se sentia ao segui-la escadas acima, de a despir e fazer com ela um amor lascivo, naqueles ataques espontâneos e românticos que Grigori considerava um privilégio secreto da vida de casado.
Claro que ele sabia que tipo de pensamentos eram aqueles: aqueles nem sempre verdadeiros em que se esquecia convenientemente de outros momentos, em que ele e Christine se tinham zangado pela mais pequena coisa, em que se tinham até sentido irritados pela mera presença constante do outro; e por vezes até tinham dito coisas terríveis - irreversíveis e dolorosas - que, depois, se prolongavam durante muito tempo como um odor fétido. De seguida, havia longos períodos de calma. E no entanto, aquelas discussões, aquela irritação, também isso fazia parte da cola delicada que os mantinha juntos, que os fazia sentir alguma coisa, mesmo quando por vezes, se sentiam fartos um do outro durante longos períodos de tempo, cansados            
um do outro, antes de voltarem a assentar no seu amor mais habitual, domesticado e tranquilo, mas ainda forte e real."

Daphne Kalotay in Inverno Russo

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Outras visões

Vale a pena ler. Pode parecer utópico, mas estou convicta que só tornaremos a encontrar equilíbrio se grandes mudanças forem feitas!
 
"A finalidade de todo e qualquer trabalho realizado pelo homem permanece sempre o próprio homem."
É exatamente o contrário daquilo a que assistimos nas sociedades modernas. Tirar a pessoa do centro para lá colocar o capital é recusar a centralidade da pessoa, é recusar o pilar estruturante de uma sociedade ou de um sistema justo, solidário e humano.
 
Sigam o link para ler o texto na integra! Vale a pena o confronto com outras visões, nem que seja apenas para provocar a reflexão.

sábado, 11 de maio de 2013

Bom fim de semana!



Um bom fim-de-semana, risonho, solarengo,
bem disposto e feliz é o que desejo a todos!

terça-feira, 7 de maio de 2013

Últimas frases: sonho ou realidade


"- Acho que devemos estar gratos ao destino por termos saído ilesos dessas aventuras - tanto as reais como as que sonhámos.
- Tens a certeza disso? - interrogou ele.
- Dim, como também tenho a certeza que não é a realidade de uma única noite, nem a de toda uma vida que corresponde à verdade intrínseca de um ser humano.
- Nem sonho algum - suspirou ele calmamente - é inteiramente sonho.
Albertine segurou-lhe a cabeça com ambas as mãos e encostou-a ao seu seio.
- Agora estamos plenamente acordados - observou ela - por muito tempo.
«Para sempre» quis ele acrescentar. Mas antes que articulasse uma palavra, ela colocou-lhe um dedo sobre os lábios e murmurou como que para si própria:
- Nunca se deve averiguar o futuro.
E assim ficaram deitados, em silêncio, dormitando aos poucos, num sono despovoado de sonhos, juntos um do outro. Até que, como todas as manhãs, às sete horas, se fez ouvir uma batida na porta do quarto e, com os habituais ruídos vindos da rua, um triunfante raio de sol deslizando entre as cortinas e a gargalhada alegre de uma criança no quarto ao lado, outro dia começou."

Arthur Schnitzler in A história de um sonho

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Amor que cresce...



 
Ser mãe foi a realização do meu maior sonho. Foi tornar-me completa e descobrir um amor sem limites, que cresce todos os dias.
Ser mãe fez-me crescer, olhar o mundo com outros olhos. Ver a beleza nas mais pequenas coisas. Tornou-me contemplativa, mais frontal e mais directa. Mais equilibrada.
Ser mãe é uma aprendizagem constante, ser mãe é ficar feliz por ver o nosso filho feliz. Ser mãe é também regressar à infância. Brincar, pular, correr...
Ser mãe é a mais deliciosa de todas as aventuras.
Ser mãe é ser tomada por um amor sem igual!

sexta-feira, 8 de março de 2013

O que é importante para crescer?

Costumo ler o blog "Mama Mia", escrito por Mikaela Övén e gosto do que por lá leio. Ela reflecte sobre a parentalidade e a educação dos filhos, priveligia o equilíbrio e a harmonia e propõe uma parentalidade consciente.


Vale a pena reflectir sobre isto!