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terça-feira, 30 de julho de 2019

Mais um que adorei ler: Uma gaiola de ouro

Entre muitos afazeres, trabalho, casa, filhos de férias e obras ainda vou conseguindo aproveitar para ler qualquer coisinha.
Acabei recentemente a leitura de "Uma gaiola de ouro" de Camilla Lackberg. Quando peguei no livro pensei que seria um thriller policial ao jeito nórdico. Não era. A história basicamente retrata a queda/ ascensão/ queda de uma mulher e do "poder" que as mulheres têm para singrar e vencer na vida, e de como conseguem usar esse mesmo poder para se "vingar" de quem as tenta/ tentou anular. 
Muito bem escrito, com bastante suspense, algum dramatismo e bom ritmo, é um livro que prende do princípio ao fim.

Agora ando a ler "As janelas do céu" de Gonzalo Giner... mas ainda só li as primeiras 40 páginas... calculo que para chegar à página 668 ainda vá precisar de algumas semanitas!

quinta-feira, 18 de julho de 2019

A Rubra levou-me às lágrimas

Terminei há poucos dias a leitura de Rubra: a árvore dos desejos da autoria de Katherine Applegate. E quase não tenho palavras para descrever a sua beleza, força, impacto e mensagem. Apesar de recomendado para uma faixa etária jovem, considero que este livro pode e deve ser lido por qualquer pessoa de qualquer idade. No final o leitor só pode sair a ganhar.

Contrariamente ao habitual o narrador é uma árvore. Uma árvore com 216 anos, logo com uma bagagem vivencial muito grande. Através dos seus olhos acompanhamos o desenvolvimento da história e vivemos e sentimos mil e uma emoções.

Li este livro em voz alta para o meu filho que também adorou. E quase no final acabamos ambos de lágrimas nos olhos!

quarta-feira, 5 de junho de 2019

Leituras em dia

O blog tem estado meio paradinho, mas as leituras vão indo, ainda que tivesse vontade de poder ler muito mais.
Terminei já lá vai quase um mês o livro "Chamavam-lhe Grace" de Margaret Atwood e adorei. A história, a envolvência, a escrita e a forma como no final cabe ao leitor decidir sobre a inocência ou não da protagonista. Recomendo vivamente.
De seguida li o romance "O pacto" de Michelle Richmond, um perturbador thriller psicológico que me deixou presa e em suspense até à última página. Sempre a questionar-me porque é que Alice e Jake, as personagens centrais da obra não se livravam daquelas "amarras". Muito bom mesmo.
Agora ando a reler o livro "Mentiras no divã" de Irvin D. Yalom, li o livro em 2008 e adorei, mas já não me lembro dos detalhes da história, pelo que resolvi mergulhar nela novamente.

terça-feira, 9 de abril de 2019

Leituras em dia

Vamos lá fazer mais um update sobre as minhas leituras.
Ora como anunciei por aqui li e gostei de ler "Sabes quem é" de Karin Slaughter. Foi uma leitura empolgante, mas teve um senão... o tipo de papel com que o livro é feito. Arrepia-me mexer nele... o mesmo género de sensação provocado por um giz a raspar num quadro ou como a de ouvir esferovite a rasgar...
O livro que se lhe seguiu foi "Os luminares" de Eleanor Catton. Andei 2 semanas com ele a reboque, li 150 páginas, e depois dei-me por vencida. O livro está muito bem escrito, a história parece muito interessante, mas o ritmo é demasiado lento para uma leitora como eu, que lê 3 ou 4 páginas agora, mais 3 ou 4 páginas antes de adormecer... um dia quando tiver uma vida mais sossegada volto a pegar-lhe.
Lá voltei às estantes da Biblioteca para eleger novo livro para ler. Acabei por mais uma vez por escolher um thriller: O dia em que perdemos a cabeça de Javier Castillo que me agradou bastante, mas me deixou decepcionada no final. A história estava muito bem concebida, era intrigante q.b. mas o final foi uma coisa insípida, mal explicada e um tanto ou quanto confusa.

Intercalei a leitura deste livro com alguns poemas de Sophia de Mello Breyner Andresen  e com "A poesia em prosa" de Baudelaire.
Agora estou finalmente a ler um livro que há muito me despertou a curiosidade. Chamavam-lhe Grace de Margaret Atwood. Comecei a lê-lo no fim de semana e é daqueles livros que me cativam e que me dão vontade de aproveitar todos os bocadinhos para ler mais algumas páginas. Estou super curiosa para descobrir como a história de desenrola e como vai ser o final.

Boas leituras!

quarta-feira, 3 de abril de 2019

E ainda recebi um presente...

Pela minha leitura fui presenteada no fim do serão com um lindo livro da colecção "Literatura Portátil", da alma azul: Poemas em prosa de Charles Baudelaire.
E logo na badana li um dos textos de que mais gosto e não resisto em (novamente) partilhar no blog:
Devemos andar sempre bêbedos. Tudo se resume nisto: é a única solução. Para não sentires o tremendo fardo do Tempo que te despedaça os ombros e te verga para a terra, deves embriagar-te sem cessar.
Mas com quê? Com vinho, com poesia ou com a virtude, a teu gosto. Mas embriaga-te.
E se alguma vez, nos degraus de um palácio, sobre as verdes ervas duma vala, na solidão morna do teu quarto, tu acordares com a embriaguez já atenuada ou desaparecida, pergunta ao vento, à onda, à estrela, à ave, ao relógio, a tudo o que se passou, a tudo o que gemeu, a tudo o que gira, a tudo o que canta, a tudo o que fala, pergunta-lhes que horas são: " São horas de te embriagares! Para não seres como os escravos martirizados do Tempo, embriaga-te, embriaga-te sem cessar! Com vinho, com poesia, ou com a virtude, a teu gosto.
Livros... haverá presente melhor?

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Todo o tempo livre é bom para LER

Ontem à tarde tinha consulta médica marcada no centro de saúde local. Como já sei que a hora marcada nunca é respeitada fui munida com o meu livro e quando finalmente fui chamada faltava-me apenas página e meia para o terminar.

Acabei, menos de uma semana após o requisitar, "Apenas um olhar" de Harlan Coben e a frase promocional da capa, da autoria de Dan Brown, desta feita foi certeira. "Harlan Coben é o mestre da leitura compulsiva e final inesperado, que cativa o leitor logo na primeira página e surpreende na última." 
Já escolhi o livro que me vai acompanhar nos próximos dias ou semanas e espero que não seja uma decepção. Ainda só li as primeiras 25 páginas e até agora não me sinto muito enamorada... a ver vamos... o eleito foi "Sabes quem é?" de Karin Slaughter.

Bom fim de semana e boas leituras.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Sobre o Amor

(...) «Mas eu amo-o!» «Não digas disparates e come as tuas batatas fritas, está bem?» «Mas, Sr. Quinn, se o perder, perco tudo!» Eu nem queria acreditar, Sr. Goldman: aquela miúda estava loucamente apaixonado por Harry. E aqueles eram sentimentos que eu próprio desconhecia ou que não me lembrava de alguma vez ter sentido em relação à minha mulher. Foi naquele instante que me apercebi, por causa daquela rapariga de quinze anos, que jamais conhecer o amor. No fundo, as pessoas contentam-se com bons sentimentos, acomodam-se no conforto de uma vida medíocre e passam ao lado de sensações maravilhosas, talvez as únicas que justificam a existência. Um dos meus sobrinhos, que vive em Boston, trabalha na alta finança, ganha uma montanha de dólares por mês, é casado, tem três filhos, uma mulher encantadora e um belo carro. A vida ideal, portanto. Um dia, regressa a casa e diz à mulher que se vai embora, que descobriu o amor com uma universitária de Harvard que tem idade para ser sua filha e que a conheceu numa conferência. Toda a gente disse que ele tinha perdido o juízo, que procurava na rapariga uma segunda juventude, mas eu, eu acredito que ele tenha apenas descoberto o amor. Há pessoas que julgam amar-se e, então, casam-se. E depois, um dia, sem querer, sem se aperceberem, descobrem o amor. E sentem-se fulminadas. Naquele momento, é como se o hidrogénio entrasse em contacto com o ar: uma explosão fenomenal que devasta tudo. (...)

Excerto de A Verdade sobre o caso Harry Quebert de Joel Dicker

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Leituras em dia

Ora este deve ser o último "leituras em dia" deste ano! Ainda tenho uns diazinhos de férias, mas como serão na companhia dos cachopos o tempo para ler deve ser pouco.
Terminei recentemente a leitura de "O desaparecimento de Stephanie Mailer" de Joel Dicker e adorei. Um óptimo enredo, bem escrito, suspense quanto basta... um policial com muitas voltas e reviravoltas que me prendeu da primeira à última página.
Na falta de mais policiais disponíveis o livro que se seguiu foi "O fim do silêncio" de Suzanne Redfearn, um romance sobre um casal aparentemente perfeito e feliz aos olhos de todo o mundo... uma leitura que me revoltou porque não consigo compreender como é que alguém consegue perdoar violência física (e psicológica), mas que feitas as contas me agradou.
Hoje levo para casa o livro "Isto acaba aqui" de Colleen Hoover. Segundo a capa foi o grande vencedor do Prémio Goodreads - Melhor romance de 2016. A ver vamos, quando terminar darei a minha opinião. 

terça-feira, 30 de outubro de 2018

Leituras em dia...

Um mês depois de o ter requisitado finalmente acabei a leitura de Macbeth de Jo Nesbo. Há uns dias atrás alguém me perguntou se havia alguma analogia com a obra homónima de Shakespeare, mas eu ainda não tinha avançado o suficiente na obra para poder fazer a comparação. Também os meus conhecimentos Shakesperianos são pouco aprofundados. Mas chegada ao fim a curiosidade falou mais alto (e fui pesquisar um pouco) e sim há muitos pontos em comum entre uma e a outra obra. Nomes de personagens, locais, situações e o facto de se tratar de uma tragédia.

O livro não foi o melhor de Jo Nesbo que já li. É um policial, em que há uma grande disputa pelo poder e ao longo do enredo parece constantemente que os bons não vingam... e mesmo quando se chega ao final da história, com o desaparecimento de cena de Macbeth, quando finalmente parece que o bem vai triunfar, ali ficam as pontas soltas... recordando "os recantos mais negros da natureza humana"...

Como sempre ainda antes de terminar a leitura de um, o próximo livro já estava escolhido.
Desta feita escolhi A questão Finkler de Howard Jacobson

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Leituras em dia!

Um romance sossegadinho que nos permite "conviver" de forma íntima com duas famílias muito diferentes. Duas famílias que se cruzam e cujo futuro é assim para sempre marcado.
Gostei e recomendo.
Felizmente isto não me acontece com frequência. Não sei se não era a altura certa, mas chegada à página 120 comecei a saltar páginas e a (claro está) perder-me no enredo. Achei melhor deixar a leitura deste livro para outra altura. Definitivamente, neste momento, não me estava a seduzir.
Com o fim de semana à porta nada melhor de que um bom policial! Ainda não comecei a ler Macbeth, mas já li outros títulos do autor e certamente não me decepcionará.  No final farei o balanço.

Bom fim de semana e boas leituras!

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Leituras em dia!

Tenho me esquecido de falar nos livros que leio e vou aproveitar para o fazer hoje antes que comece a ser atropelada pelo trabalho. Ele não foge... eu sei, mas tenho tendência de querer sempre ter tudo feito "ontem"... :)
Comecemos pelo O Homem de Pequim de Henning Mankell, um policial que começa com uma série de mortes numa pequena aldeia Sueca e que nos transporta até a América do século XIX, seguindo depois até à China e passando ainda por Londres, todo um percurso que nos conduz na procura do assassino que perpetrou aquele brutal massacre.
Um livro que se lê bem, e que foge um pouco ao tradicional policial. Cativou-me do princípio ao fim.

Apaixonada por thrillers e policiais me confesso. Boneca de trapos de Daniel Cole foi a escolha seguinte. Pouco ou nada me assusta neste tipo de livros, apenas a noção de que no mundo real também povoam este tipo de pessoas e o medo de me cruzar com alguma delas. Boneca de trapos, começa com um corpo a imitar uma boneca de trapos. Cada parte pertencente a uma pessoa diferente. William Fawkes, mais conhecido como Wolf, é um dos detectives principais destacado para descobrir o homicida. Porém para além das seis vítimas iniciais, surge uma lista onde constam os nomes de outras seis pessoas com as datas em que serão assassinadas...
Um livro difícil de largar... com um desenlace surpreendente.

E finalmente o livro que tenho em mãos agora: Pequenos fogos em todo o lado de Celeste Ng. Ainda só li as primeiras 75 páginas, e até agora estou a gostar. E não, este não é um policial. Quando terminar darei a minha opinião.

Boas leituras!

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Dangerous?

Leitora compulsiva me confesso!
Sem um livro à mão, sinto uma estranha nudez...
mas de "perigosa", julgo eu, pouco ou nada tenho.

sexta-feira, 15 de junho de 2018

"não queriam olhar e, no entanto, não podiam deixar de o fazer, silenciosos"

Eis a cena que me fez fechar os olhos na tentativa de a não ver:

"Qualquer um podia ver como o terror inundava os olhos do rapaz.
Então,  o oficial introduziu a ponta da lâmina naquela boca que teimava em permanecer fechada. Ao mesmo tempo que procurava não ferir Koller, que puxava com força para abrir a mandíbula, tentou cortar a língua, pondo-se na ponta dos pés, basculando o seu próprio peso sobre o joelho no estômago do pequeno, como um barbeiro a arrancar um molar. Mas não podia. Quase sem fôlego, o rapaz não deixava de se mexer, e escapava por instantes da prisão dos soldados. O sangue começou a esguichar abundantemente. Os seus uivos de dor encheram o bosque.
- Merda, segurai-o. Com mais força! - gritou o oficial.
- Estamos a tentar, senhor - disse Bawer -, mas o cabrãozinho não para quieto.
- Pois tanto pior para ele.
Levantou o punhal e deixou-o cair sobre o rosto assustado. Passou rente à mão de Koller, que se afastou mesmo a tempo. Um olhar de surpresa assomou aos olhos do soldado. Agravou-se com o terrível grito do rapaz, inumano. Já não tinha capacidade para emitir palavras, apenas sons abafados pelo gorgolejar do sangue que lhe entrava pela garganta e que, se não o socorressem, em breve inundaria os pulmões. O golpe, horrível, havia cortado rente os lábios do menino e ferido a língua e as gengivas. Algum dente caído revelava o branco por entre a erva e a lama. Ainda preso a um pedaço de carne viva, palpitava no solo como uma serpente decapitada. Os soldados não conseguiam afastar a vista do espetáculo sanguinário que se lhes apresentava. Não queriam olhar e, no entanto, não podia deixar de o fazer, silenciosos."

Excerto de A oficina dos livros proibidos de Eduardo Roca

segunda-feira, 4 de junho de 2018

Novo mês, novo livro...

A presença no blog tem sido pouco assídua... até me vão surgindo na mente temas para os posts, mas depois a oportunidade de os escrever não surge e quando finalmente tenho um tempinho já estou tão cansada, que a última coisa que quero é olhar novamente para ecrãs...

Os dias vão passando, uns melhores de que os outros... e os dias solarengos teimam em não aparecer! Até eu que sou adepta de chuva já estou fartinha de dias cinzentos. O mais que tudo continua em casa, doente, e ainda por diagnosticar e eu ando na lufa lufa diária para manter o barco à tona da água! Preciso urgentemente de férias... o que vale é que já as vislumbro ao longe! 

Para desanuviar de toda esta tensão aproveito para jardinar um pouco no jardim e na horta! E claro está não dispenso as minhas leituras.

Terminei de ler o Índice Médio de Felicidade de David Machado e devo dizer que gostei muito! 

A próxima leitura já estava determinada, mas à última da hora mudei de ideias. Fiz anos no dia 26 de Maio e um dos presentes que recebi foi o livro "A oficina dos livros proibidos" de Eduardo Roca e foi a esse que me agarrei... Ainda só li as primeiras 50 páginas e as primeiras impressões são óptimas! A narrativa está tão bem estruturada que as imagens se vão sucedendo sem qualquer esforço, de tal modo que logo no início, perante a brutalidade de uma cena até fechei os olhos, numa tentativa de não "a ver"!

quinta-feira, 24 de maio de 2018

O eleito: Índice médio de felicidade de David Machado

Depois de alguma indecisão lá escolhi novo livro para ler! Quem me conhece bem sabe que não vou para lado algum sem um livro "a reboque"... se não o levar parece que vou semi-nua.
Li as primeiras páginas. Parei, hesitei... pensei será mesmo isto que vou ler?
Insisti e é caso para dizer "primeiro estranha-se, depois entranha-se".
Quando chegar ao fim farei o balanço final.

Entretanto no meio destas deambulações já peguei noutro livro que certamente vai ser o seguinte na minha lista de leituras: A vida peculiar de um carteiro solitário de Denis Thériault.

Boas leituras!

terça-feira, 22 de maio de 2018

Lido: O Homem de Giz de C. J. Tudor

Acabei ontem a Leitura de "O homem de giz". Uma história com um bom enredo, suspense q.b. e reflexões cruas sobre a vida. Para rematar um final surpreendente. Gostei muito e só espero que a próxima escolha seja tão boa quanto esta foi.

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Leituras em dia: Origem de Dan Brown

Apesar de andar com o tempo super ocupado não deixo de reservar todos os dias um pouco do meu tempo para fazer o que mais gosto: ler!

Terminei ontem a leitura de Origem de Dan Brown. Gostei, mas acho que este livro é menos empolgante de que os que li anteriormente do escritor. Tem menos acção, menos mistério, mas ainda assim é um livro interessante, porque nos leva a reflectir sobre a direcção para a qual a humanidade caminha. 

A próxima leitura já está escolhida: O homem de giz de C. J. Tudor.

Boas leituras!

sexta-feira, 16 de março de 2018

Chegado ao fim... eis a minha opinião

Terminei ontem a leitura do livro A sentinela de Richard Zimler e devo dizer que me prendeu do princípio ao fim superando todas as minhas expectativas.

Não sei bem como classificar o livro. Talvez tenha um pouco de romance, misturado com policial. Hank e o irmão Ernie são os personagens principais da narrativa. Irmãos com uma ligação muito especial marcados por um passado sombrio, que são obrigados a reviver mais de 30 anos depois. Hank, é detective da polícia e vê-se confrontado com um crime de contornos especiais que o fazem regressar ao passado. Entre avanços e recuos somos surpreendidos com o modo como a história termina, ficando a lição de que nada na vida é tão simples e linear quanto parece.

Recomendo a leitura!
A próxima leitura já está escolhida: O meu nome era Eileen de Otessa Moshfegh - vencedor do Prémio Pen/Hemingway e finalista do Man Booker Prize.

quinta-feira, 1 de março de 2018

Citando Richard Zimler

"Os homens que consideram mulheres e namoradas propriedade sua são responsáveis por mais do que a quota que lhes cabe da infelicidade no nosso mundo."

Excerto do livro "A sentinela" de Richard Zimler, que me fará companhia nos próximos dias ou semanas!