sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

Água: uma força da natureza

Corre veloz, arrastando tudo o que encontra.
Do leito escapou
e ruidosa segue dentro e fora do caudal.
Água do rio que passa
ora subtil,
ora como agora agreste e impiedoso!

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Já diz o ditado...

Não vale a pena sofrer por antecipação e, não vale a pena chorar sobre o leite derramado!
No meu caso o que lá vai, lá vai... mas o que lá vem muitas vezes faz-me sofrer por antecipação. 

Mistura peganhenta!

Ora como todas as mães que têm filhos em idade escolar, de vez em quando recebo um recadinho da escola para "pôr as mãos na massa"! 

Como o Natal se aproxima a passos velozes na semana passada lá veio o recadinho a dobrar. Este ano para decorar a escola foi solicitado que fizéssemos, em família, meias de Natal a partir de materiais reciclados e da natureza!

Ora as meias ficaram prontas e a casa ficou a brilhar.
É o que dá misturar cola, algodão e surpresa, surpresa, purpurinas!

Mas os trabalhos ficaram feitos! Não têm aspecto de catálogo, mas posso orgulhosamente dizer que os meus meninos participaram na sua elaboração! 

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Privação de sono é tortura

Há quanto tempo desejo poder dormir uma noite inteira sem interrupções? Há tanto tempo que já parece uma miragem.

Esta semana não tem sido fácil, correrias o dia inteiro, actividades aqui e ali, testes de avaliação ao virar da esquina, reuniões e noites tremendamente mal dormidas.

Hoje foi a gota de água... depois das 4 da manhã não preguei mais olho... comecei por calmamente explicar ao pequeno que tinha de dormir, que tinha de ficar na cama dele, que não precisa de pedir autorização cada vez que quer fazer xi-xi... que tinha de dormir... até que descambei! Passei a ameaçar isto e aquilo e claro está de seguida fui assolada por um tremendo sentimento de culpa... porque não deveria descontrolar-me.

Mas é isto e não dá para voltar atrás! A privação de sono é tramada e faz nos vestir vestes que não sentimos como nossas...

segunda-feira, 11 de novembro de 2019

E a citação do dia é...

"O sucesso é ir de fracasso em fracasso sem perder entusiasmo"

Churchill, Winston

Outono...

Sinto que pela primeira vez na vida estou tal e qual a estação do ano. Sinto-me outonal, murcha, desalentada e sem energia!

Claro que não é o Outono que disto tudo tem culpa, é a vida que nos vai mostrando que nem tudo são mares de rosas e cenários idílicos. Não se preocupem no fundo está tudo bem comigo... mas há coisas que me apoquentam e me frustram. E se quando era mais nova conseguia facilmente ultrapassar-las, agora parecem tão definitivas que por mais que queira só consigo ver a parte "cinzenta".

Sabem o que é dar tudo o que se tem durante duas décadas a determinada causa? Não ver reconhecimento, não ver validação e ver toda a gente a ultrapassar-nos? Só porque sim, só porque são amigos, familiares, da mesma cor e sabem dar graxa? ... 

E no meio disso tudo sempre fazer mais, e mais!

Apetece-me mandar tudo pelos ares... seguir um novo rumo, reformar-me...

Mas do outro lado da barricada as coisas não se afiguram mais risonhas. Só me resta continuar a pedalar e esperar que esta nuvem negra deixe de pairar sobre mim.

quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Marcos na vida

Foi óptimo, foi natural, foi criação de laços, foi proximidade, foi estar ali sempre que necessário, foi sobretudo amor...

um processo que começou no dia 25 de Fevereiro de 2015 e terminou a 9 de Outubro de 2019.

Agora chegou ao fim a nossa jornada da amamentação!

Livre escolha minha e do meu filho.

quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Sobre Conguito e Aladino...

Já não há pachorra para isto. A ideologia do politicamente correcto tornou-se uma autêntica ditadura que não permite espaço para o humor, nem contextualização histórica, nem sequer uma pitadinha de bom senso. Estamos perante uma espécie de fascismo social e relacional.
Vale a pena ler o artigo de opinião de José Brissos-Lino, na Visão, a respeito do extremismo que é actualmente aplicado  a comentários, imagens e afins que surgem nas redes sociais e a forma como são interpretados e julgados por quem os lê.

terça-feira, 8 de outubro de 2019

Gostar versus amar

Sem legenda...

Boa semana para todos!

sexta-feira, 27 de setembro de 2019

Tão verdade, tão eu!

E por isso gosto das sextas-feiras, 
porque a elas se sucede o fim de semana, 
altura em que posso por algum tempo viver esta realidade!

Bom fim de semana!

sexta-feira, 30 de agosto de 2019

Birra inédita

Um destes dias estávamos tranquilamente a jantar, quando de repente o meu filho de 4 anos e meio irrompe num enorme pranto, com grossas lágrimas a rolarem-lhe pelo rosto abaixo, como se de repente uma tragédia tivesse acontecido.

Perguntei-lhe calmamente o que aconteceu. Ele muito alterado e a chorar responde:

- Eu não sei falar Inglês.

Eu replico:

- Não há problema, tens muito tempo para aprender.

Mas ele continuou a chorar desalmadamente.

- Filho tu já sabes muitas coisas em Inglês: as cores, os números...

- Não sei nada. Não sei falar Inglês e quero aprender a falar todo o Inglês hooooje....

E o choro continuou. Até que me lembrei de o por a ver aulas de inglês no youtube!

quinta-feira, 29 de agosto de 2019

terça-feira, 27 de agosto de 2019

Food for thought

E depois de pensar agir...
não dá mais para enfiar a cabeça na areia...
daqui a pouco é tarde demais!

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Final countdown

Cinco dias de trabalho... e depois finalmente as merecidas férias!
Ufa... que este Verão tem sido difícil... ver toda a gente a partir e a regressar e nós sempre a trabalhar! Uma espera longa em que parece que até o relógio se virou contra nós e os dias pareceram abrandar. Tomara que assim também seja quando finalmente estivermos a descansar.

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

A minha tragédia, a tua tragédia, a nossa tragédia


Será frieza? Coração duro? Distúrbio emocional?

Às vezes questiono-me sobre o que me preocupa e me afecta a mim, e o que preocupa e afecta os outros. A diferença de impacto que os acontecimentos têm sobre cada um de nós.

Esta semana aqui nas redondezas um acidente de carro vitimou um jovem. É triste? Claro que é. Uma vida jovem perdeu-se, uma família inteira quebrou-se. Não choro por esta vítima. Nem devo julgar outros que o fazem. Mas faz-me confusão como é que uma pessoa que não conhecia o jovem se deixa afectar não dormindo uma noite inteira e passando um dia inteiro desnorteada no trabalho sem fazer nada.

Quando foi o incêndio na Catedral de Notre Dame em Paris também toda a gente estava em choque… tamanha tragédia para a história da humanidade. Notícias sobre o acontecimento 24 horas por dia, doações milionárias para a reconstrução. E eu? Triste, claro, mas seguindo em frente.

Mas há coisas que me tocam, tocam profundamente. Revoltam, angustiam, preocupam.
  • Os milhares de crianças que passam fome;
  • Os milhares de crianças e pessoas que vivem em cenários de guerra;
  • Os milhares de migrantes que fogem em desespero à procura de uma vida sem perigos, enfrentando o desconhecido e esbarrando em portas fechadas;
  • As alterações climáticas e as catástrofes naturais consequentes;
  • A poluição de cada canto e recanto do mundo;
  • A Amazónia, pulmão do mundo a arder…

E poderia continuar a enumerar.

Disse ali em cima que não deveria julgar. Mas questiono-me porque é que é que não ouço ninguém a falar ou não vejo ninguém a preocupar-se com questões gigantescas que podem ter impacto em todos nós e perante “pequenas coisas” agem como se da maior tragédia se tratasse.

terça-feira, 13 de agosto de 2019

Paleta de cores

Escolhe, escolhe devagar
da tua paleta de cores
a cor que vais usar.

Pinta em todos os tons
o caminho que vais trilhar.

Deixa as cores do arco-íris
a tua vida inundar.

Vive, vive intensamente
e devagar.

Mv, 13.08.2019

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Dreams and memories

 
Que Agosto seja um mês povoado de muitos sonhos bons, dias cheios de riso e alegrias... e que salpique a nossa memória de boas recordações.

terça-feira, 30 de julho de 2019

Mais um que adorei ler: Uma gaiola de ouro

Entre muitos afazeres, trabalho, casa, filhos de férias e obras ainda vou conseguindo aproveitar para ler qualquer coisinha.
Acabei recentemente a leitura de "Uma gaiola de ouro" de Camilla Lackberg. Quando peguei no livro pensei que seria um thriller policial ao jeito nórdico. Não era. A história basicamente retrata a queda/ ascensão/ queda de uma mulher e do "poder" que as mulheres têm para singrar e vencer na vida, e de como conseguem usar esse mesmo poder para se "vingar" de quem as tenta/ tentou anular. 
Muito bem escrito, com bastante suspense, algum dramatismo e bom ritmo, é um livro que prende do princípio ao fim.

Agora ando a ler "As janelas do céu" de Gonzalo Giner... mas ainda só li as primeiras 40 páginas... calculo que para chegar à página 668 ainda vá precisar de algumas semanitas!

Dois em um

Tenho duas formas distintas de atender as chamadas que recebo no meu telemóvel, dependendo de quem está do outro lado da linha, digo:

- Está lá?
ou
- Hallo!

O meu filho mais novo também já atende o telefone e não atende nem com "está lá", nem com "hallo".

Mas sim com:

- Estalou?

Ou seja criou uma nova expressão, juntando as duas que eu habitualmente uso!

sexta-feira, 19 de julho de 2019

Realidade versus instagram

Há uns tempos atrás tive que criar uma conta no instagram. Tinha que explorar um pouco a ferramenta por motivos profissionais, mas não faço uso activo dela. No entanto às vezes a curiosidade leva a melhor e dou por mim a navegar por lá um pouco. E concluo que os utilizadores que desta rede fazem parte vivem num mundo perfeito ou então numa pura realidade virtual.

Todas as fotos, imagens, pessoas, paisagens... parecem tão imaculadas e impolutas... que só me ocorre dizer que quando do mundo real estiver farta vou migrar para o Instagram.

Sobre a ausência

Só em Setembro terei férias de Verão e como tal o meu filho mais novo tem de frequentar o ATL enquanto eu vou trabalhar. Não sei o que se lhe meteu na cabecinha, mas enquanto lá está recusa-se a brincar. Escolhe um lugar e lá fica a contemplar tudo o que o rodeia.

Um dia destes, como muitos outros, tentei compreender porque faz isso e incentivá-lo a brincar com os amigos.

- Podias brincar com fulano e Sicrano, eles são teus amigos, não são?

Ao que o rapazinho responde numa voz séria e convicta:

- Sim, são meus amigos. Mas já não os vejo há tanto tempo. Acho que já morreram!

quinta-feira, 18 de julho de 2019

A Rubra levou-me às lágrimas

Terminei há poucos dias a leitura de Rubra: a árvore dos desejos da autoria de Katherine Applegate. E quase não tenho palavras para descrever a sua beleza, força, impacto e mensagem. Apesar de recomendado para uma faixa etária jovem, considero que este livro pode e deve ser lido por qualquer pessoa de qualquer idade. No final o leitor só pode sair a ganhar.

Contrariamente ao habitual o narrador é uma árvore. Uma árvore com 216 anos, logo com uma bagagem vivencial muito grande. Através dos seus olhos acompanhamos o desenvolvimento da história e vivemos e sentimos mil e uma emoções.

Li este livro em voz alta para o meu filho que também adorou. E quase no final acabamos ambos de lágrimas nos olhos!

quinta-feira, 4 de julho de 2019

Locais e recantos

Fiquei toda contente quando descobri que um dos meus restaurante de eleição iria reabrir! Esteve fechado durante diversos anos, mas as memórias dos jantares no Verão numa verdejante esplanada à beira rio nunca me abandonaram. Ontem foi dia de ir conhecer o novo look e a nova ementa. E apesar dos preços serem um bocado puxados para a minha bolsa saí de lá regalada e relaxada. 

Um jantar com vistas para a natureza, dificilmente é superado por qualquer outro jantar. Venham mais!

terça-feira, 2 de julho de 2019

terça-feira, 18 de junho de 2019

quinta-feira, 13 de junho de 2019

Mas que beleza...

O meu horário alterna de semana para semana. Numa entro às 9.00 e saio às 17.00 e, na seguinte entro às 10.30 e saio às 18.30. Ora estou na semana de entrar mais tarde. O dia como sempre começa por volta das 7 e as rotinas matinais são sempre as mesmas. Lavar, vestir, alimentar e preparar os miúdos e levá-los à escola antes das 9.00.

Feito isso regresso a casa e, em vez de aproveitar a hora e meia de tranquilidade para me sentar confortavelmente a degustar um café na companhia de um bom livro, dedico-me às mil e uma tarefas domésticas e se sobra tempo ainda o aproveito para a jardinagem. Resumidamente passo hora e meia a correr para fazer o máximo de coisas possíveis. 

Esta manhã andei na horta e o resultado foram umas mãos e unhas bem encardidas. Com apenas 10 minutos para sair de casa lavei, esfreguei, retirei lixo debaixo das unhas... e, como o resultado não foi o desejado, rapidamente cortei as unhas.

Acabo de olhar para as mãos e reparo: cortei as unhas de uma só mão! Mas que beleza...

quarta-feira, 5 de junho de 2019

Leituras em dia

O blog tem estado meio paradinho, mas as leituras vão indo, ainda que tivesse vontade de poder ler muito mais.
Terminei já lá vai quase um mês o livro "Chamavam-lhe Grace" de Margaret Atwood e adorei. A história, a envolvência, a escrita e a forma como no final cabe ao leitor decidir sobre a inocência ou não da protagonista. Recomendo vivamente.
De seguida li o romance "O pacto" de Michelle Richmond, um perturbador thriller psicológico que me deixou presa e em suspense até à última página. Sempre a questionar-me porque é que Alice e Jake, as personagens centrais da obra não se livravam daquelas "amarras". Muito bom mesmo.
Agora ando a reler o livro "Mentiras no divã" de Irvin D. Yalom, li o livro em 2008 e adorei, mas já não me lembro dos detalhes da história, pelo que resolvi mergulhar nela novamente.

Imprevistos dispensáveis

Na semana passada a meio da tarde o telemóvel toca. É raro... pois tal só acontece em situações de emergência. Atendi. Era da escola do meu filho mais velho a informar que o rapaz tinha caído e estava bastante queixoso. A princípio desvalorizei... verdade seja dito ele é um pouco piegas e tem o hábito de chorar por tudo e por nada e mais tarde eu só me conseguia lembrar da história de Pedro e o Lobo. Quando o pai o foi buscar reparou que afinal havia lesão para preocupações e rumou de imediato com ele para o centro de saúde e depois do raio-x feito, o veredicto lá saiu: braço partido! Seguiu-se uma ida para o pediátrico onde primeiro "forçaram" o osso a encaixar e depois foi engessado. Marcou-se a data para nova observação de controlo, para decidir se teria de ser ou não ser operado.

Ontem lá fui novamente com o rapaz para o pediátrico e depois de alguma espera, corridas atrás do médico pelos corredores labirínticos do hospital, 2 raios X pudemos respirar de alívio. Uma intervenção cirúrgica não será necessária. Mudou-se o gesso e ficamos a saber que o gesso contrariamente à informação inicial só seria retirado no dia 22 de Julho.

Os primeiros dias foram complicados para o rapaz. Até parecia deprimido e compreendo que não era para menos. De repente vê se privado de quase todas as actividades que adora: nada de futebol, nada de natação, nada de desporto... e a perpectiva de ter de fazer os testes de avaliação oralmente. Entretanto já processou a informação e está mais animado. Mas não obstante já está ansioso.

Também a nível dos planos familiares este acidente trouxe impactos, pois claro está o período de braço engessado coincide com o nosso período de férias grandes! Não faz sentido ir para a praia se não dá para usufruir em pleno. O que significa que ando a estudar a agenda para ver se as consigo remarcar lá para Setembro! Antes não dá porque colide com as férias dos colegas.

A vida está cheia de imprevistos... mas alguns são bem dispensáveis.

segunda-feira, 27 de maio de 2019

Contente por ter exercido o meu direito/dever


Este fim de semana fui para fora... mas fiz questão de antecipar o regresso um dia para poder ir exercer o meu direito de voto.

E cumpri.

E hoje ao ver os resultados dos escrutínios sinto-me feliz por não pertencer aos 70% que não o fizeram. 

Se estou contente com o sistema político que temos? Se estou satisfeita com as alternativas propostas? Não, não estou. Mas e como li por aí mostrar essa indignação no boletim de voto, é certamente mais eficaz de que simplesmente abdicar deste direito.

terça-feira, 21 de maio de 2019

Desafiante e muito desgastante...

O meu filho mais novo tem 4 anos, e sem muitas hesitações digo que estes estão a ser os anos mais desafiantes da minha vida. A coisa agravou-se com a entrada dele para o Jardim de Infância e por muito que toda a gente que me rodeia diga constantemente "é uma fase", custa-me a acreditar. Pois a fase já dura há muito tempo.

O rapaz tem uma personalidade extremamente vincada e basicamente só faz o que ele quer. Eu e o pai já conversamos muito sobre o assunto, já mudamos estratégias, já falamos com ele, já castigamos, mas nada parece surtir grandes efeitos. 

Lembro-me que no ano passado por esta altura eu andava preocupada com a professora que lhe iria calhar. Tinha receio que ficasse na sala em que acabou por ficar por a professora ser muito rígida. Mas nem ela consegue fazer com que ele colabore e frequentemente falamos sobre que estratégias utilizar para o orientar no sentido de cumprir com as tarefas que lhe são sugeridas. Ela também já reprimiu, já castigou e já se apercebeu do olhar de gozo que ele usa em todas estas circunstâncias.

Hoje mais uma vez a professora voltou-me a abordar. Conversamos e ficamos as duas a olhar de forma impotente uma para a outra, decidindo que vamos "esperar" que depois das férias do verão as atitudes do rapazinho melhorem... quem me dera. 

É que lidar com este miúdo é desafiante, mas também muito desgastante!

sexta-feira, 10 de maio de 2019

terça-feira, 9 de abril de 2019

Leituras em dia

Vamos lá fazer mais um update sobre as minhas leituras.
Ora como anunciei por aqui li e gostei de ler "Sabes quem é" de Karin Slaughter. Foi uma leitura empolgante, mas teve um senão... o tipo de papel com que o livro é feito. Arrepia-me mexer nele... o mesmo género de sensação provocado por um giz a raspar num quadro ou como a de ouvir esferovite a rasgar...
O livro que se lhe seguiu foi "Os luminares" de Eleanor Catton. Andei 2 semanas com ele a reboque, li 150 páginas, e depois dei-me por vencida. O livro está muito bem escrito, a história parece muito interessante, mas o ritmo é demasiado lento para uma leitora como eu, que lê 3 ou 4 páginas agora, mais 3 ou 4 páginas antes de adormecer... um dia quando tiver uma vida mais sossegada volto a pegar-lhe.
Lá voltei às estantes da Biblioteca para eleger novo livro para ler. Acabei por mais uma vez por escolher um thriller: O dia em que perdemos a cabeça de Javier Castillo que me agradou bastante, mas me deixou decepcionada no final. A história estava muito bem concebida, era intrigante q.b. mas o final foi uma coisa insípida, mal explicada e um tanto ou quanto confusa.

Intercalei a leitura deste livro com alguns poemas de Sophia de Mello Breyner Andresen  e com "A poesia em prosa" de Baudelaire.
Agora estou finalmente a ler um livro que há muito me despertou a curiosidade. Chamavam-lhe Grace de Margaret Atwood. Comecei a lê-lo no fim de semana e é daqueles livros que me cativam e que me dão vontade de aproveitar todos os bocadinhos para ler mais algumas páginas. Estou super curiosa para descobrir como a história de desenrola e como vai ser o final.

Boas leituras!

Viver e sentir o momento.

Não sou daquelas pessoas que vive agarrada ao telemóvel, máquina de fotografar ou máquina de filmar. Não é que não goste de registar alguns momentos em fotografia, mas também não gosto do exagero. Ou seja fotografar tudo e mais alguma coisa e ainda por cima para logo de seguida ir postar numa qualquer rede social.

Gosto de viver o momento.
Gosto de ver o momento.
Gosto de estar presente.

Atrás de uma qualquer câmara parece que fico alheada. Parece que não estou ali por inteiro. Por isso prefiro guardar as vivências na minha memória e largar as máquinas para viver e sentir o momento.

quarta-feira, 3 de abril de 2019

E ainda recebi um presente...

Pela minha leitura fui presenteada no fim do serão com um lindo livro da colecção "Literatura Portátil", da alma azul: Poemas em prosa de Charles Baudelaire.
E logo na badana li um dos textos de que mais gosto e não resisto em (novamente) partilhar no blog:
Devemos andar sempre bêbedos. Tudo se resume nisto: é a única solução. Para não sentires o tremendo fardo do Tempo que te despedaça os ombros e te verga para a terra, deves embriagar-te sem cessar.
Mas com quê? Com vinho, com poesia ou com a virtude, a teu gosto. Mas embriaga-te.
E se alguma vez, nos degraus de um palácio, sobre as verdes ervas duma vala, na solidão morna do teu quarto, tu acordares com a embriaguez já atenuada ou desaparecida, pergunta ao vento, à onda, à estrela, à ave, ao relógio, a tudo o que se passou, a tudo o que gemeu, a tudo o que gira, a tudo o que canta, a tudo o que fala, pergunta-lhes que horas são: " São horas de te embriagares! Para não seres como os escravos martirizados do Tempo, embriaga-te, embriaga-te sem cessar! Com vinho, com poesia, ou com a virtude, a teu gosto.
Livros... haverá presente melhor?

Sobre ontem...


Estive de serviço até à meia-noite na feira do livro. Houve um evento sobre Sophia de Mello Breyner Andresen, na evocação do seu centenário de nascimento. Interessantes conversas, interessantes leituras.
Também me coube, em jeito de surpresa, a leitura de um poema em voz alta.
Aqui fica...


Pátria

Por um país de pedra e vento duro
Por um país de luz perfeita e clara
Pelo negro da terra e pelo branco do muro

Pelos rostos de silêncio e de paciência
Que a miséria longamente desenhou
Rente aos ossos com toda a exactidão
Dum longo relatório irrecusável

E pelos rostos iguais ao sol e ao vento

E pela limpidez das tão amadas
Palavras sempre ditas com paixão
Pela cor e pelo peso das palavras
Pelo concreto silêncio limpo das palavras
Donde se erguem as coisas nomeadas
Pela nudez das palavras deslumbradas

- Pedra rio vento casa
Pranto dia canto alento
Espaço raiz e água
Ó minha pátria e meu centro

Me dói a lua me soluça o mar
E o exílio se inscreve em pleno tempo

Sophia de Mello Breyner Andresen, in 'Livro Sexto'

sexta-feira, 22 de março de 2019

Música para os sentidos...

...porque hoje é Sexta-feira!


Bom fim de semana!

Coisas simples da vida...


Noite de luar

lua cheia
ilumina a escuridão
um baloiço
no frondoso carvalho
movimento oscilante
que embala
meu cansaço
e me transporta 
em direcção ao nada
oscila suavemente
e eu respiro paz.
Na próxima lua cheia
repito novamente.

(das coisas simples e boas que a vida no campo me proporciona)

quarta-feira, 20 de março de 2019

A importância das coisas

Questiono-me muitas vezes sobre a forma como a nossa sociedade está organizada. Com dois filhos em idade escolar também penso muitas vezes em como funciona a escola e que competências são privilegiadas.

Esta introdução surge em relação com o dia do pai. Mais concretamente com a prenda que as crianças ofereceram aos pais e a tristeza que me assola por saber que "a escola" não dá tempo às crianças para que sejam elas a elaborá-la. Sim, as crianças da escola do meu filho (1º ciclo) trouxeram para casa uma prenda para o pai. As crianças trouxeram para casa uma prenda que não foi feita por elas. As crianças trouxeram uma prenda para o pai feita pelas professoras em horário pós laboral.

Fiquei estupefacta. Que sistema é este em que na escola não há mais tempo para as próprias crianças fazerem a prenda para oferecer ao seu PAI?

quarta-feira, 13 de março de 2019

O chapéu de Páscoa

Regra geral sou uma pessoa bastante metódica e organizada... mas quando é para fazer trabalhos manuais parece que essas minhas características se evaporam. Salto a etapa de planeamento, salto a etapa de medir e começo logo a cortar, colar, etc., etc... quando chego ao fim da empreitada concluo que gastei o dobro do material necessário para obter o resultado.

Desta vez o resultado parece-me que foi bastante satisfatório. O miúdo pelo menos pareceu feliz e quis logo levar o trabalho para a escola! 

Agora é esperar pela decisão do Júri. Se bem que a opinião mais valiosa para mim é a do meu filho. E aí já ganhei.

quinta-feira, 7 de março de 2019

Dons que não tenho: trabalhos manuais

Como qualquer mãe com filhos em idade escolar, de vez em quando recebo em casa solicitações para fazer trabalhos manuais em família. Já não bastava ser no Natal, na festa de final de ano ou no Carnaval, agora lembraram-se também da Páscoa. Temos até dia 25 deste mês para fazer um chapéu alusivo à Páscoa para um concurso. Valha-nos a Internet para buscar inspiração. Contudo fiz asneira, pesquisei, fui guardando umas imagens e mostrei ao filhote. Resultado: escolheu o chapéu mais complicado e elaborado para fazer! (Lembrete para trabalhos futuros: apenas mostrar ideias simples!)

Eu bem me empenho e esforço, mas quando finalmente o trabalho chega à escola e aparece exposto no meio de inúmeros outros, parece que fica logo ofuscado. Ou as outras famílias são muito dotadas nestas artes, ou sou eu que sou mesmo um zero à esquerda.

Vamos lá pôr mãos à obra e ver se é desta que nos safamos!

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Mentes pequenas....

Às vezes ainda consigo ser surpreendida pela negativa pela atitude de algumas pessoas. Em geral são coisas que me passam ao lado e que não deixo que me toquem. Outras fico a matutar. Hoje foi o caso.

Entrou um casal na secção onde trabalho, e para além de estarem constantemente a discutir entre si num tom de voz bastante alto a dada altura resolveram falar de mim.

Eu só ouvi ele a dizer: Será que não havia nenhum bibliotecário português. Tinham que por aqui uma estrangeira?

Não pude reagir, obviamente, fingi que nada ouvi. Mas custa-me saber que ainda há pessoas com mentes tão fechadas e tacanhas. Talvez se o dissessem na rua, os teria questionado sobre a quantidade de portugueses que trabalham no estrangeiro. 

Trabalho aqui há 19 anos, vivo no país há mais de 35. Nos tempos de escola tive que engolir muitos comentários desta natureza, e no trabalho foi a segunda vez que tive que ouvir um comentário xenófobo. Não gostei, mas sigo em frente, consciente que ocupo o lugar que ocupo por mérito próprio.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

The peace of wild things

Quando a inspiração para escrever não surge, inspiro-me com palavras inspiradas de outros.
Hoje deveria seguir a corrente e postar qualquer lamechas relacionada com o dia de S. Valentim. Uma canção romântica, um poema de amor, uma selfie enamorada, ou a fotografia do delicioso almoço. Esqueçam!
Celebrar o amor diariamente é o meu lema.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Todo o tempo livre é bom para LER

Ontem à tarde tinha consulta médica marcada no centro de saúde local. Como já sei que a hora marcada nunca é respeitada fui munida com o meu livro e quando finalmente fui chamada faltava-me apenas página e meia para o terminar.

Acabei, menos de uma semana após o requisitar, "Apenas um olhar" de Harlan Coben e a frase promocional da capa, da autoria de Dan Brown, desta feita foi certeira. "Harlan Coben é o mestre da leitura compulsiva e final inesperado, que cativa o leitor logo na primeira página e surpreende na última." 
Já escolhi o livro que me vai acompanhar nos próximos dias ou semanas e espero que não seja uma decepção. Ainda só li as primeiras 25 páginas e até agora não me sinto muito enamorada... a ver vamos... o eleito foi "Sabes quem é?" de Karin Slaughter.

Bom fim de semana e boas leituras.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Leituras em dia

Ora vamos lá falar sobre as minhas mais recentes leituras, antes que as ideias se comecem a misturar e as memórias a desvanecer.
No final do ano passado li pela primeira vez um livro de Joel Dicker e como sabem adorei. De tal forma que resolvi comprar o romance A verdade sobre o caso Harry Quebert para oferecer ao meu companheiro no Natal. Como ele anda embrenhado no Outlander (que são uns verdadeiros camalhaços e uns sete ou oito volumes) quem leu primeiro esta nova aquisição fui eu. E adorei. A forma como Joel Dicker vai construindo o enredo é fantástica e o mistério que envolve as histórias prende me de tal maneira que se pudesse não largava o livro antes de o acabar.
Depois de um grande livro custa-me sempre decidir o que ler a seguir. A segunda escolha de 2019 foi A cadeira preta de Sarah Lemonnier, um género diferente àquele que geralmente elego. Trata-se de uma introspecção da personagem principal sobre o seu percurso de vida. Entre relatos de acontecimentos e as sessões com a psicóloga acompanhamos o processo de auto descoberta de Beatriz. Acima de tudo concluo que as escolhas e percursos que seguimos na nossa vida estão intimamente relacionados com a forma com que olhamos para nós próprios.
Como o fim de semana está à porta e não me imagino sem um livro à mão para ler, a próxima leitura já está definida: Apenas um olhar de Harlan Coben. Volto ao meu género de eleição: uma mistura de thriller e policial.

Bom fim de semana e boas leituras!

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Top - Número 1

Excelentíssimo filho mais novo anda a descobrir cada vez mais o poder das palavras. Este ano com a entrada no jardim de infância e no ATL começou a conviver com miúdos de várias idades e claro está como uma esponja absorve tudo: o bom e o menos bom.

É frequente chamar-nos de "estúpido" ou "vai te embora da minha vida"! Mas a expressão que entrou directamente para o primeiro lugar do top é "Já não és meu amigo"! À mínima contrariedade lá temos que levar com esta fabulosa frase!

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Sobre o Amor

(...) «Mas eu amo-o!» «Não digas disparates e come as tuas batatas fritas, está bem?» «Mas, Sr. Quinn, se o perder, perco tudo!» Eu nem queria acreditar, Sr. Goldman: aquela miúda estava loucamente apaixonado por Harry. E aqueles eram sentimentos que eu próprio desconhecia ou que não me lembrava de alguma vez ter sentido em relação à minha mulher. Foi naquele instante que me apercebi, por causa daquela rapariga de quinze anos, que jamais conhecer o amor. No fundo, as pessoas contentam-se com bons sentimentos, acomodam-se no conforto de uma vida medíocre e passam ao lado de sensações maravilhosas, talvez as únicas que justificam a existência. Um dos meus sobrinhos, que vive em Boston, trabalha na alta finança, ganha uma montanha de dólares por mês, é casado, tem três filhos, uma mulher encantadora e um belo carro. A vida ideal, portanto. Um dia, regressa a casa e diz à mulher que se vai embora, que descobriu o amor com uma universitária de Harvard que tem idade para ser sua filha e que a conheceu numa conferência. Toda a gente disse que ele tinha perdido o juízo, que procurava na rapariga uma segunda juventude, mas eu, eu acredito que ele tenha apenas descoberto o amor. Há pessoas que julgam amar-se e, então, casam-se. E depois, um dia, sem querer, sem se aperceberem, descobrem o amor. E sentem-se fulminadas. Naquele momento, é como se o hidrogénio entrasse em contacto com o ar: uma explosão fenomenal que devasta tudo. (...)

Excerto de A Verdade sobre o caso Harry Quebert de Joel Dicker

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

O trabalho em equipa e eu...

Admito que nunca fui muito boa a trabalhar em equipa e talvez essa seja uma lacuna. Gosto de colaborar com outros, mas não gosto de depender de outros para concretizar uma tarefa, ou um trabalho. 

Penso que isto foi trauma que me ficou dos tempos de estudante e dos inúmeros trabalhos de grupo que era suposto fazer... tardes e tardes passadas na conversa em que um ou dois elementos do grupo trabalhavam de verdade e os outros empurravam o trabalho para esses mesmos, pois "vocês é que são bons nisso". TRAUMA!

Há já algum tempo que tinha para aqui a acumular caixotes cheios de livros para levar para a cave. Farta de adiar resolvi meter mãos à obra e lá fui carregando os caixotes, até que me cruzei com a minha chefe que me questionou porque não tinha pedido ajuda às auxiliares. Respondi: porque não as vi! Claro está, passados 2 minutos apareceram e não tive como não lhes pedir ajuda.

Os caixotes estavam todos alinhados, todos bem identificados... depois do transporte os caixotes estavam rasgados, as identificações tinham desaparecido e em alguns casos os livros tinham sido trocados de caixote.

Compreendem agora porque prefiro fazer estas coisas sozinha? Acabamos por não gastar menos tempo e eu fiquei com o trabalho de reorganizar tudo outra vez.

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Filosofia de vida

As ocasiões especiais são todas aquelas que vivemos. Pequenos e grandes momentos. Todos os minutos, horas e dias.

Percepção da realidade

Os nossos filhos têm o dom de nos fazer perguntas para as quais não temos uma resposta preparada na ponta da língua. Então improvisamos ou respondemos de uma forma que mais tarde consideramos inadequada ou insuficiente.

Ontem ao final do dia, o meu filho mais crescido de repente questionou-me:
- Mãe porque é que os dias são sempre iguais?

Eu não estava à espera e não contava que aos 8 anos ele já tivesse uma percepção tão clara da rotina.

Respondi da melhor maneira que soube, mas fiquei a matutar e de certa forma fiquei triste. Como fugir ao que a sociedade nos impõe? Como escapar de todos estes horários? Como rentabilizar melhor as 24 horas que cada dia nos oferece?

Aos 8 anos eu nunca olhei para a vida como sendo rotineira e monótona. Eu vivia livremente e embora andasse na escola o horário era das 8.30 às 13.00... a minha mãe não trabalhava e eu vivia uma vida de aventuras e liberdade.

Adoraria poder proporcionar uma infância parecida aos meus filhos, mas sei que tal não é possível. A escola do mais crescido começa às 9.00 da manhã e termina às 17.30... é ensino obrigatório e eu não posso dar me ao luxo de deixar de trabalhar para estar mais tempo com eles. Resta-me no tempo que sobra dar o melhor de mim e ensinar-lhes a eles a aproveitar o tempo não condicionado por horários e obrigações da forma mais criativa e divertida possível.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Janeiro vai quase a meio...

Eu bem tento publicar com mais regularidade no blog, no entanto há sempre coisas mais urgentes ou pertinentes para fazer e fico-me apenas pelas intenções.

As primeiras duas semanas do novo ano passaram velozmente e tudo continua igual, embora no fim do ano tentemos sempre convencer-nos que é desta que vamos mudar/ modificar alguma coisa. No meu caso tirando um ou outro vício não há muito que queira mudar. E o que gostaria mesmo que mudasse está fora do meu alcance. Sozinha não consigo mover montanhas, mas não obstante vou movendo areias. Pelo menos tenho a consciência de que faço o que é possível para um mundo melhor.

As rotinas do dia-a-dia continuam as mesmas. Trabalho, casa, trabalho... e sempre numa luta desenfreada com o tempo para não deixar nada para trás e sobretudo para dar a atenção merecida e devida aos meus filhos e família.

E é nesse campo que em geral sinto que falho. Sei que faço tudo o que me é possível, mas parece-me sempre pouco... mesmo tendo deixado de lado a obsessão pelas limpezas e organização gostaria de dar uma atenção com mais qualidade aos meus filhos. Brincar com eles, conversar, passear... 

Mas adiante... o dia só tem 24 horas e estas não esticam.

As leituras neste início de ano estagnaram um pouco. E o trabalho parece que se avolumou... pena o ordenado não acompanhar a mesma tendência. Até podia pensar em candidatar-me a outra Biblioteca, mas quando coloco os prós e contras todos numa balança, chego à conclusão que apesar de tudo é a situação atual que mais contribui para a minha qualidade de vida.

Continuo com a ideia firme de que devemos retirar prazer dos pequenos momentos da vida e não viver na expectativa dos grandes acontecimentos.

Este ano quero continuar a viver mais fora de que dentro de casa e privilegiar o contacto com a natureza. A mudança de casa (há pouco mais de um ano atrás) sem dúvida fez-me muito bem. Sair do apartamento para uma moradia foi a melhor coisa que fiz e tem me ajudado muito a sentir-me mais realizada e menos enclausurada.

Para fechar este post, que é por assim dizer o primeiro do ano, desejo apenas que 2019 seja tão bom ou melhor que 2018! 

terça-feira, 1 de janeiro de 2019

2019

Bom 2019 para todo o mundo.